


Saiba o que grandes bandeiras do varejo estão fazendo para lucrar com a Páscoa
Muitas redes parcelam, inclusive, o almoço de Páscoa que conta com uma ampla variedade a preços bem acessíveis A Páscoa está cada vez mais próxima e os consumidores começam a pensar e a planejar como comemorar a data, que, este ano, cairá no dia 17 de abril. As indústrias e o setor varejista, porém, já estão em “modo Páscoa” há meses, planejando, desenvolvendo produtos e lançamentos e já expondo ovos, bombons, snacks, barras de chocolate e outros produtos pascais no ponto de venda, a fim de atrair o consumidor e garantir escoamento de 100% do estoque. E tanta energia despendida para uma data sazonal tem tudo para valer a pena este ano. Em que pese a crise econômica do País e o consequente baixo poder aquisitivo da população, o varejo supermercadista está fazendo a sua parte para viabilizar o consumo dos brasileiros e, assim, levar a data para dentro dos lares, a exemplo do Grupo BIG, que parcelará o pagamento de itens típicos desta temporada em até 10 vezes sem juros nas bandeiras BIG e Bompreço,…[+]
Por que as lojas autônomas fazem sucesso no país?
A disparada no número de mercados revela novos hábitos do cliente alimentados ainda mais pela pandemia Um intervalo superior a 15 minutos é intolerável, e leva o consumidor a desistir da compra. O conhecimento detalhado sobre esse comportamento tem gerado novas tecnologias. Cadeias de fast food como o McDonald’s já possuem lojas com pequenos totens instalados na entrada, onde o cliente pode fazer seu autoatendimento e selecionar sozinho o que vai comer e beber, sem a necessidade de um atendente. Ao encerrar o pedido, ele paga com cartão de crédito, débito ou até via pix. Retira o pedido no balcão, sem qualquer contato com os funcionários. A ação reduz em cerca de 80% a espera nas filas, mas as empresas também estão de olho em outra consequência que vem com a novidade: menos funcionários, menos custos. As lojas de conveniência começam a abraçar o sistema. Muitas estão investindo alto em segurança para evitar fraudes que podem surgir com a nova moda. A Americanas S.A. já oferece lojas totalmente autônomas desde 2019, quando lançou…[+]
Estudo da KPMG ressalta mudanças globais nos segmentos de alimentos e bebidas
Conheça os detalhes dos resultados de fusões e aquisições no varejo e consumo que alcançaram o melhor desempenho em 20 anos As operações de fusões e aquisições globais no setor de consumo e varejo encerraram o ano passado com desempenho recorde, registrando 5.917 transações em doze meses. Essa marca supera em 6% o total verificado ao longo de 2020 e se consolida como o melhor resultado dos últimos 20 anos. Entre janeiro e dezembro do ano passado, o volume de negócios alcançou faturamento de US$ 311 bilhões, alta de 12% na comparação com o período anterior. Os dados constam na publicação “Global Consumer & Retail 2022 M&A Outlook” realizada anualmente pela KPMG. De acordo com a pesquisa, o número recorde de transações em consumo e varejo foi impulsionado pelo bom desempenho de Estados Unidos, Reino Unido e China. Juntos, os três representam 40% de todos os negócios realizados mundialmente. O texto destaca ainda que, no Brasil, o setor dobrou o volume de negociação apenas nos primeiros nove meses de 2021. “Apesar de condições desfavoráveis,…[+]
Páscoa: Google aponta que varejo precisa ter estratégia multicanal
Um levantamento feito pelo Google destacou a importância de o setor estar presente tanto nos meios digitais quanto em espaços físicos para aproveitar o impulso do feriado de Páscoa O varejo precisa estar atento às tendências de consumo para conseguir aproveitar o impulso do feriado de Páscoa. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Google. De acordo com o levantamento, 64% dos brasileiross pretendem celebrar a data em 2022, 13% a mais do que o registrado no ano passado. O movimento deve contribuir para a manutenção do crescimento do comércio apontado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) — 1,4% em fevereiro, contra 1,2% no mesmo período de 2021. O levantamento do Google ouviu 500 consumidores em março. Desse total, 46% pretende comprar em lojas físicas (mercado, atacado e varejista), 19% por aplicativos de entrega e 16% por mensagem ou telefone. As aquisições via internet e outros meios não presenciais destacam o fenômeno observado ao longo de dois anos de pandemia, em que a população passou a buscar opções que respeitam o distanciamento e dispensam…[+]
O que esperar para o varejo alimentar em 2022 e nos próximos anos
Pesquisa aprofundou dados para entender os reflexos em cada região, a dinâmica dos formatos e as mudanças de comportamento do consumidor O ano de 2021 testou a resiliência de muitos setores da economia. A redução do poder de compra do consumidor, causada principalmente pela queda na renda do brasileiro (-5,8%) e aceleração da inflação (10,1%), puxou o varejo alimentar para uma queda de 2,4% em vendas (descontada a inflação). Este é um dos achados do mais recente estudo da McKinsey, em parceria com a plataforma de dados Scanntech, que analisou as movimentações no varejo alimentar em todas as regiões do Brasil durante o último ano. O ano de 2021 testou a resiliência de muitos setores da economia. A redução do poder de compra do consumidor, causada principalmente pela queda na renda do brasileiro (-5,8%) e aceleração da inflação (10,1%), puxou o varejo alimentar para uma queda de 2,4% em vendas (descontada a inflação). Este é um dos achados do mais recente estudo da McKinsey, em parceria com a plataforma de dados Scanntech, que analisou as movimentações…[+]
Páscoa tem menos lançamentos nas lojas
Mesmo com bolso apertado do cliente, indústria acredita em vendas maiores ante 2021. Barras e bombons concorrem abertamente com os ovinhos de chocolate Com a renda das famílias pressionada, fabricantes de chocolate confiam na volta das reuniões familiares e entre amigos para puxar as vendas da Páscoa de 2022. As grandes fabricantes ouvidas projetam um aumento médio de 10% nas vendas, levando ao melhor desempenho desde o início da pandemia. Mas há a preocupação em como concretizar as projeções em meio ao cenário inflacionário e outros indicadores macroeconômicos que tiram renda do consumidor. De acordo com a pesquisa publicada pela Plataforma Gente, da Globo, 35% dos entrevistados pretendem reduzir seus gastos nesta Páscoa. Entre as razões estão “preços caros (23%)”, “situação financeira atual” (20%), “menos dinheiro disponível” (15%) e “desemprego” (12%). Diante da maior resistência a preço do lado do consumidor, as fabricantes tiveram que seguir segurando parte dos repasses necessários. Dona da Ferrero Rocher e do Kinder Ovo, a italiana Ferrero reajustou em 5% a linha de produtos Kinder e não fez…[+]