16 set

Indústria melhora qualidade do café solúvel e vendas crescem

Novos investimentos nas fábricas se traduzem em números estimulantes no consumo interno O consumo de café solúvel avançou 3,7% no Brasil de janeiro a agosto ante igual período de 2020, para 669.797 sacas de 60 quilos, informou a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics). O diretor de Relações Institucionais da entidade, Aguinaldo Lima, disse em nota que o desempenho resulta de investimentos feitos pelas fábricas no Brasil. “Além de novas plantas fabris que vêm surgindo, as indústrias nacionais de solúvel também ampliam o desenvolvimento de produtos cada vez mais voltados à qualidade, potencializando as características sensoriais ao consumidor final, o que contribui para incrementar o consumo”, afirmou. Segundo ele, a evolução qualitativa do produto nacional é notada quando, em meio ao avanço do consumo interno, há redução nas importações de cafés. Dados compilados pela associação indicam que, no acumulado do ano até agosto, as compras de café solúvel internacional foram de 26,7 mil sacas, o que representa uma diminuição de 32,4% em relação ao volume…[+]
16 set

Setor supermercadista se reúne para discutir o futuro do varejo alimentar

Evento organizado pela Associação Brasileira de Supermercados representa o maior encontro de lideranças do autosserviço nacional A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) promove dias 20 e 21 de setembro a primeira convenção presencial do setor desde o início da pandemia. A ideia do 55º encontro, realizado em um hotel em Campinas, é discutir o conceito de “coopetição”, que une as palavras competição e cooperação, estratégia mercadológica que busca resultados positivos para todos através de cooperação mútua. Cerca de 400 representantes de 200 empresas e associações do setor são esperados para o evento que contará com a abertura do ministro da Economia Paulo Guedes, do ministro da Cidadania João Roma e do empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil. “A ABRAS entende que a pandemia reforçou a necessidade de um esforço coletivo de colaboração entre os envolvidos para que avancemos em nossos objetivos de modernização e implantação de uma agenda positiva para o setor,” disse João Galassi,…[+]
15 set

O que os supermercados podem aprender com o “jeito Amazon” de vender alimentos?

Dados sugerem que empresa está posicionando a bandeira Amazon Fresh para tomar mercado de supermercadistas “high/low” Quando se fala no efeito da Amazon sobre o varejo de alimentos, costuma-se comparar o que a empresa está fazendo com as iniciativas do Walmart, como se a concorrência no mercado americano se resumisse às duas gigantes. O que os dados mostram, porém, é que supermercados convencionais deveriam colocar suas barbas de molho. Uma análise feita nos últimos seis meses pela consultoria Brick Meets Click a partir de uma cesta composta pelos 30 itens mais populares no varejo alimentar mostra que, na comparação com as lojas das redes Walmart, Aldi e Jewel mais próximas, a Amazon Fresh não tem trabalhado uma estratégia de ter sempre o preço mais baixo, não está na disputa com o “preço baixo todo dia” e adota uma abordagem um pouco diferente. Detalhando: Foco não é ser o mais barato sempre A comparação das quatro redes foi feita com base nos dados da loja da Amazon Fresh…[+]
15 set

Com inflação alta, salário mínimo já perdeu R$ 62 em poder de compra em 2021

O salário mínimo, de R$ 1.100 em 2021, está perdendo poder de compra rápido ao longo do ano, conforme a inflação avança e torna itens do dia a dia mais caros. Desde janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o indicador oficial de inflação da baixa renda, já subiu 5,9%, numa das maiores altas para o período em duas décadas. É, em oito meses, mais do que a inflação de outros anos inteiros. Em 2020, por exemplo, o INPC foi de 5,5% e, em 2019, 4,5%. Com isso, o salário mínimo, que foi reajustado pela última vez em janeiro, já perdeu R$ 62 de seu poder de compra: descontada a inflação, os R$ 1.100 de janeiro são o equivalente, hoje, a R$ 1.038, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Ou seja: ter R$ 1.100 na mão, agora, compra o que, em janeiro, custava R$ 1.038, na média. Reajuste anual O salário mínimo deve ser reajustado todo…[+]
13 set

ABRAS monitora caminhoneiros e não vê risco de desabastecimento

Para brecar aumentos abusivos, supermercados se baseiam em dados para negociar com a indústria. FIA levanta o custo de produção e os impactos da alta dos combustíveis   Os supermercados não veem qualquer risco de desabastecimento nas lojas por conta da paralisação de caminhoneiros em certos Estados do país, disse a associação do setor (ABRAS), nesta quinta-feira. A entidade ainda afirma que as empresas estão bem estocadas e que já há sinais de desmobilização em algumas rodovias. O estoque de alimentos no setor varia de 30 a 60 dias a depender do produto e da rede. “Estamos monitorando junto ao governo federal, e principalmente junto à assessoria da presidência e à Abin, para identificar possíveis movimentos ”, disse o vice-presidente institucional e Administrativo da Abras, Marcio Milan. “As lojas estão abastecidas, e não temos nenhum sinal nesse sentido…[+]
13 set

Supermercados apontam queda nos preços do arroz, batata e cebola

Óleo de soja também registrou leve queda no custo após, alta de quase 90% nos últimos 12 meses, segundo pesquisa da Abras Os preços do arroz, batata, cebola e óleo de soja começaram a dar um alívio para o bolso do consumidor, depois de figurarem por um período como os grandes vilões da cesta básica dos brasileiros. No ano, o valor do quilo da batata caiu 44,11%, o da cebola 12,75% e o pacote de 5 kg de arroz, 10,51%. O custo do óleo de soja, após registrar alta de 87,27% nos últimos 12 meses, teve queda de 0,92% no ano. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9) pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Na comparação entre os meses de junho e julho de 2021, foco da pesquisa, os produtos que registraram as maiores quedas foram: • Cebola (21,99%); • Batata (12,34%); • Arroz (6,11%); • Pernil (3,33%); e • Óleo de soja (0,89%). [+]
13 set

Quando os preços das carnes darão trégua nos supermercados?

O abate de bovinos no Brasil atingiu a marca de 7,08 milhões de cabeças no segundo trimestre de 2021, o menor patamar para o período desde 2011, segundo dados da nova edição das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse sentido, como o mercado de carnes deve reagir ao longo dos próximos meses? Como anda a produção? Ao considerar o número acima, o volume de abates caiu 4,4% em relação ao mesmo mês de 2020, mas cresceu 7,4% na comparação com os três primeiros meses deste ano. Ainda, o levantamento do IBGE indica que a retenção de fêmeas, tendência observada desde o início de 2020, se mantém nos mesmos patamares: o total de fêmeas abatidas foi de 2,59 milhões, o menor para um segundo trimestre desde 2003. Simultaneamente, os preços médios da arroba bovina e do bezerro seguem elevados e o volume de carne bovina in natura exportada foi o…[+]
09 set

“Não há risco de desabastecimento”, garante vice-presidente da Abras

Marcio Milan explica que as paralisações são movimentos pontuais, que já foram desarticulados e que em dois ou três dias estará “tudo normal”; os supermercados, destaca, não correm riscos A paralisação dos caminhoneiros não irá afetar o desabastecimento de produtos, nem será um fator de aumento dos preços nos supermercados. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (9/9) por Marcio Milan, vice-presidente Institucional e Administrativo da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “O movimento, que começou ontem, está sendo monitorado junto ao governo federal, principalmente junto à Presidência, e não tem nenhum risco de desabastecimento, não há necessidade de que o consumidor estoque compras. Hoje de manhã já perderam a força e em um ou dois dias estará estabilizado”, afirmou Milan. Ainda sobre a questão, o vice-presidente da Abras disse que os preços não sofrerão alta. “Não é um movimento que está sendo firmado e não tem nenhuma condição de isso chegar no preço dos produtos”, garantiu. Milan destacou que é um movimento muito pontual, que ocorre em algumas poucas…[+]