


Abrasmercado: variação de preços somou leve alta de 0,53% em abril
Também houve queda de preços em produtos importantes e bastante consumidos, como cortes bovinos, óleo de soja, cebola e margarina, que puxaram as quedas no mêsO Abrasmercado – indicador que mede a variação de preços da cesta de 35 produtos de largo consumo composta de alimentos, bebidas, produtos de limpeza e itens de higiene e beleza – registrou alta de 0,53% em abril. Com essa variação, o preço na média nacional passou de R$ 747,35 em março para R$ 751,29 em abril. As principais quedas nos preços vieram da cebola (-7,01%), óleo de soja (-4,44%), margarina cremosa (-0,93%). Dentre as proteínas que compõem a cesta Abrasmercado, as quedas foram puxadas pela carne bovina: cortes do traseiro (-1,16%) e do dianteiro (-0,86%). Outros alimentos como frango congelado (-0,36%) e pernil (-0,51%) também registram redução nos preços. Em 12 meses, os preços dos cortes bovinos nos supermercados acumulam queda de 11%. Preços em alta Na contramão, tomate (+10,64%), leite longa vida (+4,96%), feijão (+4,41%), batata (+3,96%), farinha de mandioca (+2,87%), ovos (+2,46%) registram altas nos…[+]
Preço da cesta básica cai em 11 capitais, mostra Dieese
O preço da cesta básica de alimentos caiu em 11 capitais no mês de maio em comparação com abril. As maiores quedas ocorreram em Brasília (-1,9%) e Campo Grande (-1,85%). As altas principais foram observadas em Salvador (1,42%) e Curitiba (1,41%). Os dados, divulgados nesta terça-feira (6), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que pesquisa mensalmente o preço da cesta em 17 capitais. São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 791,82), seguida de Porto Alegre (R$ 781,56), Florianópolis (R$ 765,13) e do Rio de Janeiro (R$ 749,76). Os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 553,76), João Pessoa (R$ 580,95) e Recife (R$ 587,13). Comparando o preço da cesta de maio de 2023 com o do mesmo mês de 2022, houve aumento em 14 capitais, com variações que oscilaram de 0,98%, em Aracaju, a 7,03%, em Fortaleza. Em três capitais houve queda: Recife (-1,47%), Curitiba (-1,38%) e Florianópolis (-0,9%). No acumulado dos cinco primeiros meses do ano (de janeiro a…[+]
80% dos consumidores já compraram em supermercado online, mas maioria prefere físico
Cerca de 80% dos consumidores já compraram itens de supermercado em canais digitais. No entanto, 87,3% dos clientes ainda possuem o canal físico como escolha. Segundo a maioria (31%), o principal motivo para escolher onde comprar é a variedade dos produtos. Na sequência, com 26,5% do total, está o preço ou a relação custo/benefício. Os dados são de um estudo realizado pela SoluCX com mais de 2 mil respondentes espalhados pelo Brasil. Entre aqueles que fazem as suas compras em canais digitais, o principal meio utilizado são os aplicativos de delivery, como iFood e Rappi. Eles representam mais de 54% das respostas. Já no canal físico, entre várias opções de formato de mercado, como hiper, super ou mini, o atacado é quem ganha a disputa pelo cliente. O estudo mostrou que 48% dos consumidores prefere fazer as compras nesse tipo de estabelecimento. Os supermercados e mercados de bairro aparecem em segundo lugar como melhor escolha para 32,1% dos consumidores. Ainda segundo o segundo o levantamento, 50,5% dos consumidores fazem parte…[+]
Consumidor muda comportamento nos supermercados no primeiro trimestre
Um levantamento detalhado sobre o comportamento do consumidor no primeiro trimestre de 2023, realizado pela Stilingue, revela que os brasileiros compraram cerca de 3,7 itens a menos nos três primeiros meses do ano, principalmente, no atacarejo (redução média de 6,5 unidades), o que representa uma queda de 13,8% no ticket médio gasto em relação ao mesmo período de 2022. “Assim como o atacarejo, os supermercados também tiveram redução de 3,2 unidades colocadas nos carrinhos, enquanto o pequeno autosserviço se manteve no patamar entre os dois trimestres. O ticket médio nos supermercados despencou no período analisado, com redução de 19,5%”, comenta Luiza Zacharias, diretora de Novos Negócios da Horus. Tal cenário foi ocasionado pelo aumento dos preços das mercadorias que, por sua vez, sofreram com a oscilação do dólar e sazonalidade dos ingredientes. No e-commerce, cinco categorias tiveram índice maior do que 50% dos artigos sendo vendidos fora do valor estabelecido pela indústria no trimestre: higiene pessoal (78,15%), medicamentos (70,06%), alimentos (66,01%), limpeza (65,30%) e beleza (60,7%). O sabonete, por exemplo, teve um aumento…[+]
Os impactos da Reforma Tributária nos setores de Comércio e Serviços
Aconteceu na ultima segunda-feira (05/06/2023), a reunião/ debate da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS) em conjunto com a Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) para discutir sobre a Reforma Tributária com o relator do projeto, o deputado Aguinaldo Ribeiro, sobre os possíveis impactos da Reforma no setor de Comércio e Serviços. Estiveram presentes o presidente da ABRAS e da UNECS, João Galassi; o vice-presidente CACB, Anderson Trautman, o presidente ABRASEL, Paulo Solmucci, o presidente ABAD, Leonardo Severini, o presidente ANAMACO, Geraldo Defalco, vice-presidente AFRAC, Edgard de Castro, o representante GS1 Brasil, Pedro Henrique, e a representante CNDL, Karoline Lima, representando os setores de comércio e serviços, associações que integram o Instituto UNECS. Na abertura da sessão, o deputado Domingo Sávio leu o Manifesto da FCS endossado pelo FPE. Neste manifesto, que foi entregue ao relator da Reforma Tributária, solicita a inclusão do seguinte tema: a Desoneração da folha de pagamento do grupo de trabalho da Reforma Tributária, reforçando e resguardando a saúde financeira dos empreendedores, além de gerar empregos e incentivar o ambiente de negócios….[+]
Festas juninas trazem expectativa no aumento das vendas nos comércios em 15%
O mês de junho costuma te lembrar o que? Enquanto algumas pessoas, como o Jhonatan, a Karina e o André esperam para se deliciar e divertir nos festejos juninos, há quem aguarde a chegada desse período para vender. Entre os supermercados do estado, por exemplo, a expectativa é alavancar as vendas em até 15%. Os estabelecimentos já estão, inclusive, decorados e as prateleiras abastecidas. O milho de pipoca, o amendoim, a canjica e a cachaça do quentão estão entre os produtos mais procurados nesse mês. A maioria dos itens sofreu reajuste, mas, conforme o presidente da Associação Goiana de Supermercados, Sirlei Antônio do Couto, os estabelecimentos devem segurar os preços como estratégia para vender mais. Ouça a matéria: https://www.cbngoiania.com.br/programas/cbn-goiania/cbn-goi%C3%A2nia-1.213644/festas-juninas-trazem-expectativa-no-aumento-das-vendas-nos-com%C3%A9rcios-em-15-1.2663134 Fonte: CBN [+]