09 jun

Foco total no setor de bebidas na Semana do Dia dos Namorados

Vendas de vinhos e cervejas vivem um bom momento com o arrefecimento da pandemia Após meses em queda, a venda de bebidas alcoólicas voltou a crescer no Brasil, impulsionada pela Páscoa e pelo Carnaval fora de época em abril. A retomada foi possível graças ao arrefecimento da pandemia e, para a economia do país, representou uma alta de 5,2% no setor de bebidas, contribuindo também para que a produção industrial crescesse em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a proximidade do Dia dos Namorados, as expectativas são positivas para o setor e toda a cadeia, como bares, restaurantes e supermercados. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na Páscoa, os volumes de vendas de vinhos importados cresceram 15,6% e de cervejas, 14,3%. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, afirma que os donos dos estabelecimentos estão notando uma melhora gradual e contínua ao longo dos últimos três meses. “Em janeiro e fevereiro, tivemos a Ômicron e as pessoas continuavam…[+]
09 jun

Cuidado para não se enrolar com os “vencidinhos”

Procura disparou nos últimos meses pelos produtos mais em conta, mas não descuide da legislação O aumento generalizado dos preços dos itens básicos de alimentação, somado a inflação econômica histórica vivenciada por praticamente todas as classes sociais brasileiras, alavancaram os conhecidos “vencidinhos” ou “FIFOs”, mercados que comercializam produtos – perecíveis ou não – próximos ao vencimento e, em contrapartida, concedem descontos atrativos que viabilizam a economia dos consumidores em adequação aos novos orçamentos enxutos. A despeito das justificativas políticas e econômicas para este cenário, para suprimir as necessidades básicas, os estabelecimentos especializados neste tipo de “venda para consumo rápido” hoje são facilmente encontrados, principalmente em bairros periféricos. E não é só, grandes redes de supermercados já dedicam partes físicas ou gondolas de seus estabelecimentos para a comercialização de produtos próximos ao vencimento: de acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados, 88,6% dos supermercados rebaixam os preços dos produtos próximos ao vencimento para evitar eventual desperdício. Com este contexto posto, não há como evitar o alvoroço e crescimento…[+]
09 jun

Ceasa-GO recebe Agos e apresenta projetos em andamento

O presidente da Ceasa-GO, Jadir Lopes de Oliveira, juntamente com o diretor financeiro do entreposto, Cel. Esmeraldino recebeu na manhã do dia 08 de junho membros da Agos, entre eles o presidente, Gilberto Soares, o assessor de assuntos institucionais, Francisco de Araújo Lopes e a responsável pelo comercial, Clésida Espírito Santo. Além de estreitar o relacionamento entre as entidades, vários assuntos estiveram na pauta de reunião. Jadir apresentou o projeto de um sistema de biodigestor, uma das alternativas para dar destinação útil às mais de 25 toneladas de lixo produzidos diariamente na Ceasa-GO. Entre as vantagens estão: reaproveitamento do resíduo orgânico, a produção de fertilizantes e biogás. Também mencionou a instalação de uma usina fotovoltaica, já em fase de homologação de licitação após concorrência na ordem de R$ 30 milhões. Com a instalação do sistema, estima-se que a Ceasa-GO economize cerca de R$ 150 mil em energia elétrica. Gilberto destacou a importância do entreposto para abastecimento dos pequenos, médios e grandes supermercadistas e informou que as ações para a realização da SuperAgos 2022 estão em ritmo…[+]
08 jun

Consumo nos Lares Brasileiros cresce 2,5% no primeiro quadrimestre, aponta ABRAS

Queda na taxa de desemprego e recursos injetados na economia sustentaram o consumo diante de um cenário de inflação elevada O Índice Nacional de Consumo nos Lares Brasileiros da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) acumula alta de 2,50% de janeiro a abril e permanece alinhado às estimativas do setor supermercadista de um crescimento de 2,80% no ano. Em abril, o indicador registrou alta de 4,20% ante março. Na comparação com o mesmo mês de 2021, o índice teve alta de 7,37%, de acordo com o monitoramento do departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS. Todos os indicadores já foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O aumento do emprego com carteira assinada no quadrimestre, bem como, os recursos injetados na economia, como o saque extraordinário do Fundo de Garantia, a manutenção do Auxílio Brasil e a antecipação do 13ºsalário estão sustentando o consumo nos lares diante de um cenário de elevada e persistente inflação que impacta diretamente a cesta de…[+]
08 jun

Venda de bebidas alcoólicas volta a crescer e impulsiona mercado

Levantamento da Associação Brasileira de Supermercados mostra que em abril, com os feriados e o arrefecimento da pandemia, as vendas de vinhos importados cresceram 15,6% e de cervejas, 14,3% Após meses em queda, a venda de bebidas alcoólicas voltou a crescer no Brasil, impulsionada pela Páscoa e pelo Carnaval fora de época em abril. A retomada foi possível graças ao arrefecimento da pandemia e, para a economia do país, representou uma alta de 5,2% no setor de bebidas, contribuindo também para que a produção industrial crescesse em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a proximidade do Dia dos Namorados, as expectativas são positivas para o setor e toda a cadeia, como bares, restaurantes e supermercados. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na Páscoa, os volumes de vendas de vinhos importados cresceram 15,6% e de cervejas, 14,3%. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, afirma que os donos dos estabelecimentos estão notando uma melhora gradual e contínua ao longo dos últimos três…[+]
07 jun

Debate sobre venda de remédios em supermercados e pela internet coloca R$ 20 bilhões em disputa

Venda de remédios sem prescrição, por exemplo, representam 31% do mercado nacional e está no centro de uma briga de gigantes Os Medicamentos Isentos de Prescrição – conhecidos como MIPs e que são encontrados facilmente nas prateleiras de farmácias e de drogarias – são protagonistas de duas discussões no Congresso Nacional e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, os produtos só podem ser vendidos por farmácias, mas a possibilidade também é pleiteada por gigantes do e-commerce e representantes de supermercados de olho em um mercado que rendeu R$ 20 bilhões no Brasil somente em 2021. A discussão no Congresso está focada na tramitação de dois projetos de lei: PL 1.774/2019 e PL 1896/2021. Ambos permitem a venda de MIPs por outros estabelecimentos comerciais, além das farmácias. O texto foi bem recebido pela ala liberal do Legislativo, mas enfrenta resistência de setores da indústria farmacêutica e, especialmente, do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Isso porque esse tipo de abertura comercial representa uma perda significativa da reserva de mercado das farmácias. A venda desses remédios – que…[+]
07 jun

Hiperlocalidade impulsiona compra em varejo de vizinhança

Sendo a primeira opção para as compras semanais, os mercados de bairro visam a hiperlocalidade como estratégia de negócio; especialista da Linx analisa cenário e comenta tendência No início da pandemia, 75% dos brasileiros demonstraram preferência por consumir mais de comércios próximos de casa em vez de optar por grandes centros, de acordo com um estudo da Kantar. E confirmando a tendência do “varejo de vizinhança” não apenas no Brasil, uma pesquisa da WD Partners Research e da McKinsey revelou que 88% das pessoas pretendem comprar mais do comércio local nos próximos anos. Sendo assim, dentre as principais tendências que cresceram durante a pandemia, a hiperlocalidade é uma delas, conceito que, para o varejo, consiste na ideia de proporcionar a melhor jornada possível para aqueles que habitam espaços específicos (bairros, cidades etc.).  Além disso, uma pesquisa feita pela Inteligência de Mercado Globo sobre o cenário do varejo alimentar em 2021 apontou que, para os consumidores, o top 3 dos atributos mais relevantes para os mercados de vizinhança, são, respectivamente:…[+]
07 jun

Redução de imposto de arroz e feijão não deve chegar aos supermercados

É a segunda vez que o governo adota a medida para aumentar a oferta dos produtos no País e tentar frear a inflação Entrou em vigor na quarta-feira (1º) a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) proposta pelo governo federal para alguns produtos. Entre os alimentos, foram reduzidas as alíquotas de importação sobre o arroz, o feijão, a carne e outros produtos básicos. A principal intenção do governo é aumentar a oferta dentro do País para tentar conter a escalada da inflação. Conforme analistas, essa redução não deve chegar às gôndolas dos supermercados, porque o Brasil é autossuficiente na produção da maioria dos alimentos. Desde a semana passada, os produtos citados tiveram redução de 20% da taxa de importação. Foram incorporados 10% de queda na alíquota que se somam aos 10% já inseridos em novembro de 2021. Um levantamento feito pelo Correio do Estado junto ao Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de Mato Grosso do Sul mostra que o impacto da primeira ocasião de redução dos…[+]