Páscoa: consumo deve crescer 15% em volume
Peixes e bacalhau são os principais itens para o almoço A Páscoa nos supermercados vai ter os ovos de chocolate com pesos, preços e marcas variados para atender todos os consumidores, é o que aponta o levantamento feito pela Associação Brasileira de Supermercados. Segundo os supermercadistas, em média 20% das encomendas foram distribuídas para ovos de 100 g a 521 gramas, além de ovos com brinquedos ou brindes. Já os mini-ovos, coelhos, barras de 60 gramas até 101 gramas devem representar 25,1% do volume e os bombons, de 77 g a 250 gramas, 26,7% do volume. Outros itens que devem impulsionar o consumo em volume no período são colomba pascal de chocolate (14,4%) e colomba pascal de frutas cristalizadas (23,8%). Para o almoço, os destaques da categoria são peixes em geral (19,6%), bacalhau (18,9%), ovos de galinha (17,3%), batata (15,4%), azeitona (14,4%), azeite (14,3%). Na cesta de bebidas, o consumo deve ser puxado por cerveja (23,7%), vinho importado (20,6%), suco (19,3%), refrigerante (18,7%) e vinho nacional (17,7%). [+]
Lojas físicas tiveram aumento de 28% no fluxo de visitantes em janeiro
Levantamento analisa movimento, vendas e reputação em lojas físicas de todo o Brasil O fluxo de visitantes em lojas físicas cresceu 28% no primeiro mês de 2023. O mesmo também aconteceu com os Shopping Centers que, por sua vez, receberam 18% a mais de pessoas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Entre os tipos de estabelecimento, as lojas situadas na rua tiveram alta de 21% e as localizadas dentro dos centros comerciais tiveram acréscimo de 17% na comparação com 2022. Esse é o resultado do levantamento do IPV (Índice de Performance do Varejo). Entre os segmentos, que agora seguem a mesma classificação divulgada pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), os 5 dos 6 setores mapeados pelo índice mostraram acréscimos no fluxo de visitas no comparativo anual, com queda concentrada de -28% apenas em “Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação”. Os destaques positivos foram “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos” (+53%) e “Tecidos, vestuário e calçados” (+41%). Ambos também apresentaram alta tanto em quantidade de cupons quanto em faturamento nominal: 42%…[+]
Pesquisa feita pela Abras revelou alta na porcentagem de consumo doméstico
A alta no consumo doméstico em supermercados atinge uma porcentagem quase que inédita, principalmente para o mês de janeiro Comparado ao mês de janeiro de 2022, o consumo doméstico em supermercados apresentou uma crescente de 1,07% segundo a pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Comparado ao mês de dezembro do ano passado, houve queda de 14,81%. A surpresa é válida mediante ao que a Abras apontou, pois é comum que o mês de janeiro apresente queda por conta dos altos consumos de dezembro. Mediante aos últimos dois anos, janeiro de 2023 apresentou a menor porcentagem de queda comparada ao mês de janeiro do ano passado. Isso indica que o consumo maior está em itens básicos domésticos, ainda que tenha acontecido a liberação normal de bares, restaurantes e outros consumos. As justificáveis apresentam-se no reajuste do salário mínimo, Bolsa Família, retorno do PIS/Pasep e outras questões. O consumo dos lares pode crescer em 2,50%. A pesquisa conta com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Índice Nacional de Preços ao Consumidor…[+]
Cesta básica cai em 13 das 17 capitais pesquisadas em fevereiro
São Paulo teve o conjunto mais caro e Aracaju, o mais barato O preço da cesta básica caiu, em fevereiro, em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores quedas ocorreram em Belo Horizonte (3,97%), Rio de Janeiro (3,15%), Campo Grande (3,12%), Curitiba (2,34%) e Vitória (2,34%). Os preços subiram mais em quatro capitais das regiões Norte e Nordeste: Belém (1,25%), Natal (0,64%), Salvador (0,34%) e João Pessoa (0,01%). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Dieese. A cesta mais cara em fevereiro foi a de São Paulo, R$ 779,38, seguida pela de Florianópolis (R$ 746,95), do Rio de Janeiro (R$ 745,96) e de Porto Alegre (R$ 741,30). A mais barata foi encontrada em Aracaju, R$ 552,97, com Salvador (R$ 596,88), João Pessoa (R$ 600,10) e Recife (R$ 606,93) aparecendo em segundo, terceiro e quarto lugares. Os principais produtos que tiveram variação de preço foram o óleo de soja, que baixou em 15 das 17 capitais, com destaque para…[+]Agos oferece curso de gestão e liderança
Com sucesso da primeira turma, formação ocorrerá novamente nos dias 28 e 29 Nos dias 14 e 15 de março a Escola Agos realizou o curso Gestão e Liderança, para profissionais que estão exercendo cargos de chefia. A multiplicadora Giselle Beatriz de Campos ministrou a formação, abordando noções de atribuições de um líder, inteligência emocional, autoconhecimento, ferramentas de gestão, comunicação eficaz e identificação do perfil de cada cliente. “Todo líder tem pontos fortes e pontos de melhoria. Então o primeiro aspecto que eu trato é a inteligência emocional do líder e dele para com o colaborador. O segundo ponto é sobre as posturas aceitas ou não no mercado. É preciso medir que não existe certo ou errado, mas cada segmento de negócio tem uma natureza, por isso existem perfis exigidos”, explica Giselle. No segundo dia, a multiplicadora realiza oficinas com o grupo para a prática do conteúdo apresentado, buscando assimilar as técnicas de gestão. “Para cada problema que a empresa tem, existe uma ferramenta adequada e compatível. Então os gestores precisam enxergar que…[+]
Código 2D: revolução dos processos de compra e venda é discutido entre diretores da Agos
A primeira reunião extraordinária da diretoria da Associação Goiana dos Supermercados (Agos), que ocorreu na tarde desta quarta-feira (15), trouxe para os diretores e membros presentes informações sobre o Código 2D, apresentado pelo diretor institucional da GS1, Paulo Caprina. A tecnologia traz revolução e facilidade aos processos de compra e venda. “A capacidade de armazenar dados foi ampliada, ao mesmo tempo em que o espaço ocupado pelo código foi reduzido. O 2D veio para trazer maior controle de lotes e rastreabilidade, aumentando a segurança dos produtos”, disse. “A gestão da cadeia de abastecimento viu a necessidade de melhorias nos diversos controles, de se conhecer a jornada do produto até chegar no consumidor”, informou Caprina. As empresas precisavam inserir mais informações nos produtos, que não eram mais suportadas apenas em um código de barras. Outros códigos e símbolos foram implementados, comprometendo o design dos produtos e a experiência do consumidor. “Em um mercado cada vez mais atualizado, a empresa pode sair à frente na transição dos códigos de barras, com a implantação do 2D. A capacidade de armazenar dados foi…[+]
