


Governo convoca quatro setores para discutir preço dos alimentos
Reunião nesta quinta-feira (6) terá representantes de carnes, óleo, açúcar e supermercados O governo Lula convidou quatro setores produtivos para discutir, nesta quinta-feira (6), medidas contra a alta no preço dos alimentos. Participam da reunião representantes de carnes, óleo, açúcar e supermercados. O encontro está marcado para 15h. Antes do encontro com os representantes dos quatro setores, às 9h30, o vice-presidente Geraldo Alckmin — também à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) — comanda uma reunião com diversos ministérios (Casa Civil, Fazenda, Agricultura e Desenvolvimento Agrário). Os setores apresentarão suas sugestões para baratear os alimentos. Depois de um pente-fino, as propostas serão levadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima semana. Entre as entidades que participam da reunião nesta quinta-feira estão a Associação Brasileira de Proteína Animal (APBA), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carnes (Abiec), a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos…[+]
Arroz e feijão registraram queda no preço em janeiro
Os itens apresentaram retração de 1,95% e 2,18% respectivamente O bolso do consumidor brasileiro ganhou um alívio no início de 2025: os preços do arroz e do feijão, itens essenciais da alimentação, registraram nova queda. De acordo com o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em parceria com a Fipe, a subcategoria de cereais recuou 2,02% em janeiro, mantendo a tendência de deflação observada desde o segundo trimestre de 2024. Entre os destaques, o feijão teve retração de 2,18% no mês, enquanto o arroz caiu 1,95% e o milho, 1,85%. No acumulado dos últimos 12 meses, a deflação dos cereais chegou a 5,61%, puxada especialmente pelo feijão (-16,37%) e pelo milho (-8,03%). “A queda nos preços do feijão já era perceptível desde abril de 2024 e acompanha o movimento de desaceleração da inflação, como apontado pelo IPCA”, afirma Felipe Queiroz, economista-chefe da APAS. Fonte: SuperVarejo [+]
Inflação dos alimentos nos supermercados desacelerou 5,78% em 12 meses
Em janeiro, o aumento dos preços registrou 0,51% O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS em parceria com a Fipe, registrou inflação de 0,51% em janeiro de 2025, desacelerando tanto em relação à dezembro (0,75%) quanto em relação ao mesmo período de 2024 (0,74%). Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses nos supermercados paulistas desacelerou de 6,02% para 5,78%, entre dezembro e janeiro, respectivamente. Dentre as categorias que compõem o índice, os produtos in natura registraram a maior alta de preços no mês de janeiro de 2025 (4,17%). Os produtos industrializados (0,75%), bebidas não alcoólicas (0,58%) e artigos de higiene e beleza (0,55%) apresentaram altas mais amenas em comparação aos produtos in natura. Por outro lado, os produtos semielaborados (-0,79%), artigos de limpeza (0,36%), bebidas não alcoólicas (-0,48%) e alcoólicas (-0,21%) apresentaram deflação em janeiro, contribuindo com o processo de desaceleração inflacionária. As alterações climáticas, produzem efeitos distintos em diferentes partes do…[+]
Reforma Tributária: oportunidades e desafios para o setor supermercadista
Confira o primeiro artigo exclusivo do diretor comercial da Rede Serve Todos e Presidente da APAS, Erlon Ortega, para a SuperVarejo A recente Reforma Tributária sancionada no Brasil traz mudanças significativas para o setor de supermercados. Com a substituição de cinco tributos (ICMS, PIS, COFINS, ISS e IPI) por dois novos impostos (IBS e CBS), a reforma busca simplificar a realidade tributária brasileira, conhecida por sua complexidade, burocracia e conflitos judiciais. No entanto, os efeitos para supermercados serão variados, exigindo adaptações para mitigar impactos negativos e maximizar oportunidades. A substituição dos tributos federais, estaduais e municipais por uma alíquota padronizada promete reduzir burocracia e litígios fiscais. Produtos essenciais contarão com isenção total de tributação, enquanto itens como bebidas alcoólicas e ultraprocessados terão tributação extra. Supermercados poderão compensar tributos pagos sobre insumos como energia, aluguel e logística, reduzindo a carga tributária efetiva. Um novo modelo de arrecadação chamado Split Payment fará com que os tributos sejam retidos automaticamente na transação, exigindo maior planejamento financeiro…[+]
Prazo de data de validade em cascas de ovos é adiada
A medida não é válida para ovos que são vendidos em estojos ou em bandejas plastificadas, com data de validade no rótulo O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nova portaria para o fim de alterar a recém divulgada, a qual aprova os requisitos de instalações, equipamentos e os procedimentos dos funcionamento de granjas avícolas e de unidades de beneficiamento de ovos e derivados. Informando o adiamento de 4 de março para o dia 4 de setembro o prazo para os produtores rurais carimbarem a casca do ovo vendidos a granel com a data de validade e com o número de registro do estabelecimento produtor. A portaria especifica os padrões para marcação da casca dos ovos, o qual deverá atender os requisitos definidos pelo órgão federal e define que apenas os ovos vendidos a granel devem atender essa obrigação: “Os ovos que forem comercializados em embalagens primárias devidamente rotuladas ficam dispensados da identificação individual”, destaca o Mapa em nota. Além disso, a…[+]
Venda de remédios em supermercados será discutida em audiência pública, diz Abras
Segundo o Marcio Milan, o assunto está sendo discutido e, nos próximos meses, será realizada uma audiência pública para um debate mais amplo O comando da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) disse, nesta quinta-feira (29), que a proposta de comercialização de remédios em supermercados será discutida em audiência pública, nos próximos meses. Na última coletiva, realizada em 30 de janeiro, Marcio Milan, vice-presidente da Abras, havia dito que o tema avançaria “em questão de dias.” “Na minha visão, eu acredito que falei em um período razoável”, disse Milan. O Valor apurou que as conversas sobre esse tema estariam em banho-maria.Segundo o executivo, o assunto está sendo discutido e, nos próximos meses, será realizada uma audiência pública para um debate mais amplo. Ele não dá clareza sobre prazos, mas diz que já foi montada uma comissão e que agora é uma questão de ajustes. Fonte: Valor Econômico [+]