27 jun

Brasileiro aprimora paladar e mostra nova tendência em vinhos

Dados surpreendentes retratam o consumo da bebida de Norte à Sul do país Enquanto a tendência mundial foi de redução na demanda de vinhos, o consumo da bebida no Brasil cresceu durante a pandemia de covid-19, de acordo com um relatório divulgado recentemente pela Diretoria de Agronegócio do Itaú BBA. Os brasileiros compraram 430 milhões de litros em 2020, o que representa um avanço de 18,4% sobre o ano anterior e o maior volume desde 2000. Mais de 50 milhões de brasileiros, ou cerca de 36% da população adulta do País, consomem a bebida regularmente, uma proporção equivalente à dos Estados Unidos, segundo a Wine Intelligence. No entanto, o número é muito inferior à média europeia, “há um enorme abismo para ser explorado”, comentou a diretora-executiva (CEO) da chilena Veroni Wine, Livia Marques. Cada brasileiro, em média, bebeu 2,64 litros de vinho em 2021, segundo estimativa da Ideal Consulting. Os argentinos, que registram o maior consumo per capita nas Américas, bebem 30 litros por ano, enquanto os portugueses, os maiores consumidores individuais do…[+]
24 jun

Alta da inflação eleva consumo de marcas próprias

Estudo mostra que consumidores já consideram itens private label como competitivos em diversos fatores além do preço; consumo continua acima dos níveis pré-pandemia *Renato Müller O aumento da inflação e a contração de renda da população no pós-pandemia está elevando a demanda por produtos de marca própria das redes supermercadistas americanas. De acordo com um recém-divulgado estudo do FMI (“2022 Power of Private Brands”), 40% dos consumidores estão comprando mais itens de marca própria do que antes da pandemia e três quartos desse público pretende continuar fazendo isso. O estudo mostra que 63% dos consumidores percebem os itens de marca própria como tendo uma boa relação custo/benefício e 55% compram esses produtos pelo preço mais acessível. Outros fatores importantes na decisão de compra de itens de marca própria são a boa qualidade, sustentabilidade, sabor e contribuição à saúde e bem-estar. “Está claro que os consumidores veem os produtos de marca própria como itens competitivos em relação a sabor e qualidade”, diz Doug Baker, vice-presidente de relações com a indústria do…[+]
24 jun

Novas tabelas de preço fazem empresários reduzir a variedade nas gôndolas

Levantamento da Neogrid relaciona a falta de inúmeros produtos como o chocolate ao atual momento econômico Os preços mais altos têm feito os supermercados apostarem menos na reposição de itens não essenciais. No mês de maio, a indisponibilidade de chocolates disparou nas gôndolas e a venda dessa categoria de produtos diminuiu.A falta de barras de chocolate nas prateleiras atingiu o patamar de 20,3%, maior indisponibilidade desde maio de 2020, quando o índice atingiu 17,8%. Em abril, o indicador havia ficado em 11,1%. Os dados são do Índice de Ruptura da Neogrid, que considera os dados de cerca de 80% das maiores redes supermercadistas do Brasil. Ainda de acordo com o indicador da Neogrid, a venda média de unidades registrou o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Por questões contratuais, no entanto, a Neogrid não divulga números absolutos de estoque e venda. Para o diretor de Sucesso do Cliente da Neogrid, Robson Munhoz, com a inflação e o embate entre indústria e varejo para que o…[+]
24 jun

Redução do peso de produtos em supermercados afeta a vida do consumidor

Empresas que reduzem devem informar ao consumidor, conforme Abia. No entanto, prática é considerada má-fé de acordo com especialistas Produtos maquiados, reduflação. Esses são alguns termos que estão se tornando cada vez mais comuns no dia a dia dos consumidores. Mas o que é a reduflação? A prática é representada pela redução de peso em embalagens de produtos como alimentos e aqueles de higiene. A alteração nas dimensões e quantidade do conteúdo, no entanto, não representa que os preços acompanham o tamanho e ficam mais baixos.  Conforme explica a vice-presidente do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), Valquiria Assis, essa prática não é recente. A origem do termo vem do inglês shrinkflation, ou encolhimento em tradução literal para o português. Essa ação de diversas marcas é observada desde 2019 e, a partir daí, se tornou uma forma de mascarar a inflação sobre diferentes produtos.  “As empresas usam essa estratégia para manter seus produtos na prateleira. E não é uma coisa que as pessoas percebem no supermercado, só quando elas sentem que o produto está acabando mais rápido. Ou…[+]
23 jun

Supermercados e restaurantes apresentam queda no faturamento

Região Nordeste do Brasil é a que sofre maior variação em relação a 2019 Os supermercados e restaurantes do Estado do Rio de Janeiro registraram queda no faturamento em março, quando comparado com o mesmo mês de 2021. É o que mostra um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas com a Alelo.  O consumo nos supermercados caiu 30,8%, enquanto houve mais de 9% de redução no valor gasto em restaurantes, padarias e lanchonetes. Quando os números são comparados com 2019, período pré-pandemia, os indicadores de faturamento dos supermercados apresentam queda de 43,1%.  O Nordeste Brasileiro é a região com maior variação negativa do valor gasto em restaurantes entre março de 2019 e mesmo mês deste ano. A alta da inflação é um dos motivos para os atuais números dos supermercados e restaurantes. O índice acumulado nos últimos 12 meses ficou em 11,73%. De janeiro a maio, a taxa foi de 4,78%. Fonte: BandNews [+]
23 jun

Mercado de vinho aquece rapidamente mesmo antes da entrada do inverno nesta terça-feira

Vinícolas de todo o país comemoram as vendas após a flexibilização da pandemia e a volta das reuniões sociais O inverno ainda nem começou, e as baixas temperaturas das últimas semanas já foram suficientes para aquecer o mercado de vinhos. No embalo das safras mais recentes, que se destacaram pela qualidade, a comercialização da bebida é alavancada pelo frio, que tem sido um aliado especialmente para o produto de fabricação nacional. O vinho tem sido a bebida escolhida pelos brasileiros para harmonizar com os pratos quentes, típicos desta época do ano. — O frio nos faz comer algo mais quente, e o vinho tinto acaba se encaixando superbem na harmonia com esses alimentos — afirma Daniel Panizzi, diretor da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra). O empresário, que é diretor da vinícola Don Giovanni, de Pinto Bandeira, afirma que a chegada do frio também impulsionou o enoturismo na Serra Gaúcha. E projeta um crescimento de 20% a 25% na comercialização, em comparação com o inverno do ano passado. [+]
23 jun

Supermercadistas pedem adoção do “best before” para reduzir o desperdício e combater a fome

Cálculos da ABRAS apontam que o desperdício médio do setor supera os R$ 11 bilhões por ano Não é de hoje que o combate à fome é um dos maiores desafios do planeta. Portanto, jogar alimento no lixo torna-se infame, quando milhões de pessoas não têm o que comer no mundo. Com base nesta premissa, surge uma discussão na cadeia produtiva do setor de alimentos com o objetivo de esticar o prazo de validade dos produtos, sobretudo no caso de não-perecíveis. A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) levantou o assunto no ano passado e deu continuidade no 2º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, que aconteceu neste mês. A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) também se manifestou a favor. Nos cálculos da ABRAS, a taxa de desperdício média do setor é da ordem de 1,8%, atingindo 611 milhões por ano, considerando o faturamento anual do setor, de R$ 7 bilhões. Fora os perecíveis que somam 36% e são descartados por prazo de…[+]
22 jun

Cesta Junina 29% mais cara este ano segundo levantamento dos supermercados

Os produtos tradicionalmente mais consumidos nesta época do ano estão 29,65% mais caros este ano em relação ano passado segundo a Associação Paulista de Supermercados (APAS) com dados do Índice de Preços dos Supermercados (IPS). O levantamento é uma parceria da APAS com a Fipe. A alta nos preços se deve a valorização na cotação das principais commodities agrícolas, em decorrência do conflito no Leste Europeu. O milho, principal commodity dentre os produtos consumidos, sofreu elevação de 72% nos últimos 2 anos. Os produtos derivados do milho que estão sendo comercializados e consumidos nos meses de maio e junho vêm com o impacto da inflação de 5,01% registrada no mês de março de 2021, momento em que o milho foi colhido no patamar de R$ 99,69 a saca, o mais alto dos últimos dois anos e que aconteceu em consequência do conflito no Leste Europeu. De um modo geral, os produtos sazonais de festa junina já vinham recebendo o peso da inflação desde o início de 2022. A estiagem de chuvas na região sul do país reduziu…[+]