16 fev

Regional AGOS Aparecida de Goiânia dá início a ações junto ao Sebrae

O presidente da AGOS, Gilberto Soares da Silva, se reuniu na manhã desta quarta-feira (16) com a diretoria da regional AGOS Aparecida de Goiânia para receberem representantes do Sebrae Goiás. A parceria visa, por meio do programa Brasil Mais, oferecer aos supermercadistas assessoria nos negócios, principalmente relacionada a gestão.As atividades a serem desenvolvidas foram pontuadas, tendo boas expectativas por parte da diretoria. Os trabalhos, que já vêm sendo executado com sucesso pelo Sebrae, agora ganham apoio da AGOS e devem ganhar um maior número de adesão. O encontro contou também com a advogada do escritório Caldeira e Vasconcelos, Dra. Aracele Leal e do consultor parceiro da AGOS, Rogério Bernal, que fizeram uma rápida apresentação da atual situação do segmento. Fonte: Assessoria de Imprensa AGOS – Comunicare [+]
16 fev

Associação busca ampliar parcerias que beneficiam associados

A AGOS tem buscado oferecer aos associados ações diferenciadas, com intuito de deixar o segmento supermercadista cada vez mais forte. Neste intuito, o presidente Gilberto Soares da Silva e os assessores jurídico, Dr. Reginaldo Vasconcelos e de assuntos institucionais, Francisco Lopes de Araújo estiveram no dia 15 de fevereiro reunidos com o economista da Valorimex, Idelfonso Camargo, para juntos definirem uma série de assuntos ligados ao planejamento estratégico da associação, das linhas de créditos voltadas ao segmento supermercadista, às ações ligadas à Escola AGOS e parcerias. O resultado disso serão uma série de benefícios ao setor e consequente aos associados. Fonte: Assessoria de Imprensa AGOS – Comunicare [+]
15 fev

Brasil segue em 3º no consumo de carne, mas a de 2ª domina e o ‘churrasco na laje’ cresce

O Brasil aparece em terceiro lugar entre os países que mais consomem carne no mundo, mas da bovina 14,1% são de segunda e apenas 7% são de cortes nobres de traseiro, dentro do guarda-chuva geral de 24,6 kg per capita anual. O estudo da plataforma CupomValido, como base em levantamentos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), não revela, mas a colocação brasileira, deve ter caído no último ano. Com base na Pesquisa nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do IBGE, organizações brasileiras estimaram que a classe média perdeu 4,9 milhões de pessoas em 2021, ficando em torno de 100 milhões. Além da natural dianteira da classe A, essa faixa sócio-econômica é que sustenta a cadeia de proteínas animal. Como aumentou a faixa populacional da pobreza, da classe C para trás, o ‘churrasquinho na laje’ cresceu, especialmente depois, ainda, que o boi de consumo interno passou a ser contaminado pelo valor do de exportação, contribuindo mais para a inflação. De todo modo, o trabalho documentado pela plataforma CupomValido atesta a presença…[+]
15 fev

Aumento de 12% nos preços faz brasileiro racionalizar compras e buscar praticidade

Embalagens econômicas ganham mais espaço no carrinho de compras para equilibrar gastos O brasileiro vem fazendo escolhas mais inteligentes para driblar a inflação dos preços de alimentos, bebidas e itens de limpeza, higiene e beleza. O preço médio da cesta de consumo cresceu 11,8% entre janeiro e setembro de 2021, em relação ao mesmo período de 2020, segundo o relatório trimestral Consumer Insights, da Kantar. Para as compras caberem no bolso, os brasileiros diminuíram frequência de idas aos canais de venda (-2,1%) e também as unidades por viagem realizada, com uma queda de 1,8%. Os consumidores também optaram por embalagens maiores em categorias de limpeza, principalmente em amaciantes, água sanitária e alvejante sem cloro. A cesta de limpeza cresceu 2% em toneladas e se manteve estável (-1%) em unidades. A racionalização está no preço médio. Para embalagens grandes, o preço aumentou 6%, mas em unidades aumentou ainda mais (9%). Para manter o consumo de perecíveis e mercearia doce, a saída encontrada pelos consumidores foi buscar embalagens menores. A…[+]
15 fev

Depois de um ano estável, indústria de produtos de limpeza prevê crescimento de 2%

Mesmo com a pressão nos custos das matérias-primas, os artigos de limpeza acumularam alta de preços bem menores que a inflação Segundo dados da Abipla – Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional, o setor encerrou o ano de 2021 com os níveis de produção estáveis sobre 2020. Este é o segundo ano seguido de estabilidade. “Mais uma vez, foi um ano marcado pela volatilidade na produção, mas que terminou em níveis equivalentes. Revisamos nossas projeções, durante o ano, e creio que, dadas as circunstâncias, foi um bom resultado, até porque, nossa produção crescia, em um ritmo bem superior ao PIB e à indústria geral, nos anos anteriores à pandemia”, afirma Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA. Crescimento da indústria de limpeza nos últimos 5 anos Engler afirma que a indústria ligada ao setor conseguiu administrar bem as dificuldades na obtenção de insumos e componentes e que, hoje, a cadeia produtiva…[+]
14 fev

AGOS realiza primeira assembleia de 2022

Na próxima quinta-feira, 17 de fevereiro, a Associação Goiana de Supermercados (AGOS) realiza a 1ª Assembleia Extraordinária presencial junto aos associados, a partir das 15h30, na sede da associação. A reunião contará com todas as medidas de segurança para prevenção ao coronavírus. Na pauta estarão assuntos como a Convenção Coletiva de Trabalho 2022/2023; autorização da AGOS a propor a ação judicial visando à declaração da ineficácia da CCT 2020/2021 e 2021/2022 firmada entre o SINCOVAGA e o SECOM, perante os seus associados; Análise e deliberação de outras medidas legais a serem tomadas em relação à Convenção Coletiva de Trabalho 2020/2021 e 2021/2022 firmada entre SINCOVAGA e SECOM; e Assuntos Gerais. Serviço 1ª Assembleia Extraordinária Data/Hora: 17/02, às 15h30 Local: Sede da AGOS (Av. C-7, Qd. 80, Lote: Área Nº 3144, Setor Sudoeste, Goiânia) [+]
14 fev

Inflação: brasileiros procuram produtos mais baratos no mercado em 2022

Consumidores passaram a procurar marcas de baixo custo, principalmente em relação a alimentos que tiveram grande alta no ano passado No primeiro mês de 2022, os brasileiros consolidaram uma mudança de hábitos que era perceptível desde o início do ano passado. Especialistas ouvidos pela CNN apontam que a substituição de marcas mais caras por outras mais baratas virou uma tendência ao longo dos últimos meses, em função da alta inflação nos alimentos comercializados no Brasil. O levantamento mais recente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) evidencia uma alta na busca por marcas ‘Low Price’, de baixo custo, entre brasileiros em 2021. Um dos destaques no quesito são as marcas de óleos de cozinha mais baratas, que viram a demanda subir em quase 5% entre os brasileiros no ano passado, quando comparado com 2020. Produto que registrou uma alta no preço de 66% em doze meses, segundo o estudo, o café também seguiu a mesma tendência, onde os consumidores procuraram as marcas de valores mais modestos. As marcas de melhores…[+]
14 fev

Cresce ruptura nos supermercados, revela Neogrid

Empresários reduzem os estoques e consumidor sente falta de muitas marcas nas prateleiras A inflação nos dois dígitos diminuiu o poder de compra dos brasileiros e obrigou os supermercados a diminuir as opções nas prateleiras para evitar o prejuízo. O índice de ruptura calculado pela Neogrid, uma empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, em parceria com 40 mil lojas no Brasil, foi de 11,7% em dezembro, ou seja, a cada 100 itens que o consumidor procurou nos supermercados, 11,7 não foram encontrados. Em setembro, essa parcela era de 10,8%. “O varejista olha esse dado como um sinal de desaceleração da economia. Se ele comprava determinado produto em volume maior, passa a estocar menos para evitar que aquele item encalhe”, diz Robson Munhoz, diretor da Neogrid. “Não é um sinal de que falte alimento, mas falta opção. O consumidor começa a perceber que nem todas as marcas de leite estão disponíveis, por exemplo. Não faz sentido para o varejista ter cinco ou seis marcas de leite se ele não tem demanda para isso,…[+]