Compras híbridas: tendência cresce com consumidor mais consciente
Estudo aponta que 60% dos consumidores preferem combinar a compra física e online Desde as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, a experiência de compra vem passando por diversas mudanças e transformações. Com a retomada das atividades presenciais, a tendência são as compras híbridas, aquelas que unem o varejo físico e o digital, e da qual 60% dos consumidores reconhecem que gostam, segundo estudo da MindTree. Ou seja: o figital, mencionado há anos por especialistas, é uma realidade. Para se adequar às novas necessidades dos compradores e oferecer uma melhor experiência ao consumidor, o hibridismo dispõe de estratégias como despacho a partir da loja, que realiza entregas mais ágeis e com taxas de frete reduzidas, explorando pontos de venda; integração dos sistemas, que unifica as comunicações entre site, redes sociais e espaço físico; e maior eficiência na gestão de pedidos, utilizando sistemas inteligentes, tendo assim uma visão ampla dos produtos e reduzindo quebra de estoques. “Quanto mais opções uma empresa puder oferecer aos consumidores, melhor, pois existem diversos fatores que podem levar ao…[+]
Consumidores querem personalização nas compras em supermercados
Para especialista, supermercados precisam aproveitar a oportunidade para conquistar mais clientes *Por Renato Muller Mesmo nas lojas físicas, os consumidores esperam receber experiências de compra personalizadas que levem em conta aspectos como cultura, hábitos alimentares, família e hábitos. E os supermercados podem melhorar bastante nesse aspecto. Essa é a opinião de Brian Walker, chief strategy officer da americana Bloomreach. Falando em um evento da revista Progressive Grocer, o executivo disse que a impessoalidade no atendimento é uma grande fonte de frustração para os clientes. “Precisamos reconhecer que podemos fazer mais e melhor nesse sentido”, afirma. “A pandemia mudou os padrões de consumo e abriu novas oportunidades para conseguir a fidelidade dos clientes. Os supermercados precisam aproveitar essa chance”, acrescenta. Segundo ele, embora o setor já não ofereça mais o mesmo tipo de experiência genérica, focada em produtos de massa e uma comunicação ampla em mídia, os consumidores esperam mais. “A alimentação é uma das experiências humanas mais pessoais e importantes”, diz. Segundo dados da consultoria McKinsey, 71% dos consumidores esperam…[+]
Abastecimento dos supermercados foi melhor em outubro
O Índice de Ruptura Geral, medido mensalmente, atingiu o menor patamar do ano, com queda de 0,4% O Índice de Ruptura Geral, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos principais supermercados do país, teve queda em outubro, atingindo 10,70%. No mês anterior, chegou a 11,10%. Os produtos que mais impactaram a medição nas redes de supermercados e atacarejos foram: iogurtes (16,5%), azeite (13,2%) e o leite longa vida (13%). Sobre o leite, houve uma melhora signficativa nos últimos meses, porém ainda não recuperou totalmente sua disponibilidade nas gôndolas. É possível afirmar que esse movimento foi cadenceado pela sequência de eventos que movimentam os consumidores – como Black Friday, Copa e a chegada do Natal – o que faz com que a indústria se anime a produzir mais e incrementar o abastecimento das lojas e supermercados. Outra boa notícia é a redução de custo das matérias-primas. Além disso, as empresas produtoras estão se esforçando para bater as metas até o fechamento do ano. Assim, é uma boa hora para fazer negociações, especialmente…[+]
Agos acompanha posse da diretoria 2022-2026 da Fecomércio-GO
O presidente e vice-presidente da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Gilberto Soares da Silva e Sirlei Antônio do Couto, estiveram na solenidade de posse da diretoria eleita para o quadriênio 2022-2026 da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO) no dia 30 de novembro. As atividades foram comandadas pelo presidente reeleito da entidade, Marcelo Baiocchi Carneiro. Fazer mais com menos e com mais qualidade é a diretriz central da atual gestão. Marcelo Baiocchi afirma que “a Fecomércio Goiás começa com a letra S de sindicatos”, uma referência à atuação da diretoria para ampliar e qualificar a representação classista. “Seguiremos trabalhando em parceria com as instituições públicas e as diversas entidades do setor produtivo para fortalecer e ampliar a representação classista, fundamental para a retomada econômica, para a geração de empresas e empregos e para a ampliação da renda”, ressalta. A Fecomércio-GO integra a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Trados. [+]
Agos reúne diretoria para apresentar balanço e nome da próxima diretoria que concorre em chapa única
A diretoria da Associação Goiana de Supermercados (Agos) esteve reunida nesta quinta-feira (01/12) para fazer um balanço das atividades de 2022 e planejar as ações do próximo triênio. O presidente e o vice-presidente da entidade, Gilberto Soares da Silva e Sirlei Antônio do Couto, aproveitaram para ressaltar a participação de todos os associados presentes a participar da eleição da Agos, que acontece no dia 08 de dezembro na sede da associação. Eles apresentaram os nomes dos candidatos que compõem a chapa única da eleição e destacaram as duas mulheres que irão compor a nova diretoria, fato inédito na história da Agos: Camila Naves Martins David, do Supermercado Arroba II e Grazielle Catenassi Ferreira Santos, do Smart Real. Além de supermercadistas, o encontro contou com a presença do deputado federal Glaustin da Fokus e dos assessores jurídicos da entidade Dr. Reginaldo Vasconcelos e Dr. Fabrizio Caldeira Landim. Fonte: Assessoria de Imprensa Agos/Comunicare – Naiara Gonçalves [+]
Brasileiro está otimista pela primeira vez desde o início da pandemia
Pesquisa aponta que o índice de confiança aumentou em todas as regiões e classes econômicas; Curva ascendente teve início em maio de 2021 O Índice Nacional de Confiança (INC) registrou 105 pontos em novembro e está em patamar otimista. O último registro nesse campo foi em janeiro de 2020. Essa retomada da confiança está baseada na melhora das expectativas com relação à própria situação financeira futura, e pela percepção cada vez menos negativa da situação atual. O índice iniciou a curva ascendente em maio de 2021, e reflete o otimismo da população de todas as regiões e classes socioeconômicas. “Esse otimismo se explica pela recuperação da atividade maior do que se esperava, que eleva a geração de postos de trabalho, e pelas diversas transferências de renda concedidas pelo Governo Federal, além da ampliação da margem de crédito consignado”, pontua Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP. O INC cresceu 6,1% frente ao mês anterior 25% na comparação interanual. O economista pondera que, embora os consumidores estejam cada vez mais confiantes…[+]
