Consumo desenfreado de produtos de limpeza tem aumento na pandemia
O aumento dos preços dos produtos de limpeza, somando 10% nos últimos 12 meses, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), e produtos como o sabão em barra chegando a alta de 32%, alvejante 11% e detergente e água sanitária 10%, e a crescente necessidade de manter os hábitos de higiene a fim de proteger contra o COVID-19, levam o consumidor a procurar alternativas sustentáveis e econômicas para conseguir se precaver. Para o Gerente Técnico Comercial Start Química, Bruno Caldeira, uma boa forma de economizar é fazer o uso correto dos produtos, por exemplo usar versões concentradas que garantem um custo-benefício, trazem eficiência e proporcionam rentabilidade significativa através da diluição correta indicada no rótulo. “A maioria dos consumidores de produtos de limpeza, não leem os rótulos e não seguem as instruções de diluição que devem ser utilizadas por meio de copos de medida para o uso correto das soluções. Os mais desperdiçados são os detergentes para lavagem de roupa, amaciantes, alvejantes, detergentes lava louças e de uso geral, água sanitária, e os desinfetantes”, explica Caldeira. [+]
Supermercados: ainda bem que sempre tem um perto de você
Considerado como uma atividade essencial e empregando mais de 3 milhões de pessoas, o setor supermercadista possui uma relação vital com a indústria de alimentos Os supermercados estão entre os 53 serviços essenciais que não pararam de funcionar mesmo nos momentos mais agudos da atual pandemia. Mas a importância do setor supermercadista para o Brasil já era enorme antes mesmo do surgimento da Covid-19. São cerca de 3 milhões de empregos diretos e indiretos gerados, mais de 91 mil lojas espalhadas pelo País e um faturamento de 554 bilhões, só ano de 2020, o que representa 7,5% do PIB brasileiro. Os números da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) demonstram a grande relevância econômica e social que os supermercados têm, uma vez que são hoje os principais pontos de abastecimento para as populações em todo o território brasileiro. Os supermercados possuem também uma interligação vital para muitas indústrias, em especial a de alimentos, que precisam dessa enorme rede de lojas para levar seus produtos ao consumidor final. A importância é tanta que no próximo 12 de novembro…[+]
E-grocery: por que as compras de supermercado nunca mais serão as mesmas?
Aaceleração da transformação digital provocada pela pandemia atingiu os mais variados setores, e um deles foi o de supermercados. A venda por delivery se tornou uma real necessidade durante o período de isolamento social, revelando às empresas e aos consumidores a importância de não se limitarem ao físico. Apesar de estarmos falando de um segmento em que as vendas online são mais complexas, sobretudo por causa da logística, é fundamental ter em mente que os supermercados que ainda não se adaptaram a esta nova estratégia perderão excelentes oportunidades de negócio. Diante deste panorama, você verá neste artigo o crescimento e o potencial de investir num e-grocery, além de conferir táticas importantes para ter sucesso em suas operações. Dados do mercado: avanço do e-grocery no Brasil Antes de tudo, entenda o significado do termo e-grocery. Separando-o, temos a partícula “e”, que se refere à eletrônico, e “grocery”, que pode ser traduzido como mercearia. Por isso, utilizamos esta expressão para denominar os e-commerces de supermercado. Não é de hoje que o formato…[+]
Café em lata: Ball discute tendência na Semana Internacional do Café 2021
Painel sobre o novo hábito de consumo acontece no dia 10 de novembro durante o principal evento nacional sobre a bebida O café em lata em território nacional une dois dados muito relevantes: o fato do Brasil ser o segundo maior consumidor do grão do café no mundo, além do maior produtor, e a liderança mundial do país na reciclagem de alumínio, com uma taxa de 97,4%. O novo formato de consumo já é uma realidade e ganha cada vez mais espaço – inclusive na Semana Internacional do Café (SIC) 2021, no painel “A tendência do café em lata: praticidade, sabor e sustentabilidade”, que ocorre no dia 10 de novembro a partir das 14h. Ocupando a liderança mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, a Ball Corporation é uma das patrocinadoras da SIC 2021, principal evento nacional sobre café, e um dos cinco maiores do mundo. Durante o evento, a empresa abordará novos hábitos de consumo, com foco na categoria de café em lata, e o painel que discute a tendência recebe o Diretor de Marketing, Novos…[+]
Embalagens com peso reduzido voltam às gôndolas dos supermercados em tempos de inflação alta
Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor abriu seis investigações preliminares pela falta de informação ao consumidor Uma prática comum no início dos anos 2000 voltou ao dia a dia dos consumidores: a redução do tamanho das embalagens nas gôndolas dos supermercados. No entanto, essa diminuição na quantidade nem sempre reduz o preço cobrado pelo produto. Com a volta da inflação alta, essa prática é considerada por especialistas como uma forma de mascarar a elevação dos preços. Pesquisa realizada em mercados de Porto Alegre pelo Movimento Edy Mussoi de Defesa do Consumidor (EMDC), antes chamado de Movimento das Donas de Casa, apontou mudança na quantidade comercializada de produtos como leite condensado, aveia, farelo de aveia e pão de sanduíche. O presidente do EMDC e do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC), Cláudio Ferreira, explica que as indústrias têm autonomia e podem optar pela redução das embalagens ou da quantidade de produto vendido, porém, precisam deixar clara essa mudança ao consumidor. — Não é a primeira vez que acontece e,…[+]
Preço da carne começa a cair para o consumidor e recua 0,78% em outubro, segundo IPC/Fipe
O preço da carne ao consumidor registrou uma queda de 0,78%, no mês de outubro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Apesar de interromper uma sequência de altas que já dura mais de um ano, a redução não compensa os custos acumulados para a carne, que no ano chegam a 11,57% e, em 12 meses, a 21,51%, segundo o mesmo índice. O motivo é a decisão da China de manter o embargo à carne brasileira. As vendas para o maior comprador da produção brasileira em todo o mundo foram suspensas há mais de 60 dias, desde que foram identificados casos de animais contaminados com a doença da “vaca louca” no Brasil. — A queda demorou, mas chegou para o consumidor. O reflexo demora um pouco para chegar na ponta. A questão é que estamos num acumulado do ano de 11,57% de aumento e, nos últimos dois anos, quase 40% de aumento para o consumidor. A queda é pequena e temporária, porque a hora em que essas exportações…[+]
