


SDU busca apoio da Agos Regional Aparecida de Goiânia para coleta de lixo na cidade
À convite da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Aparecida de Goiânia (SDU), a Associação Goiana de Supermercados (Agos), por meio do diretor regional da Agos na cidade, Mário Júnior de Farias, e o assessor de relações institucionais, Francisco Lopes de Araújo, – esteve em reunião, na tarde do dia 10 de maio, com os membros da SDU: secretário Aldino Pereira de Araújo; secretário executivo, Hilário Giacomet, assessor de planejamento e administração, Wilson Paiva; e diretor de resíduos sólidos em Aparecida de Goiânia, Sávio Calaça. O setor público tem buscado parcerias com as instituições representativas da sociedade para ajustar o sistema de coleta de lixo na cidade. “Tendo em vista a representatividade da Agos no varejo, fomos chamados para dar apoio junto a orientação do manuseio correto e divulgação das informações ao setor supermercadista”, afirma Mário Junior. Vale ressaltar que grandes centros urbanos, como Goiânia e Anápolis cobram taxas de lixo dos grandes geradores, o que não ocorre em Aparecida. “Neste sentido, os representantes da Secretaria apresentaram os principais entraves enfrentados com acondicionamento de lixos, principalmente àqueles…[+]
Agos articula parceria com IEL Goiás
Na manhã desta terça-feira, 10 de maio, o assessor de relações institucionais da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Francisco Lopes de Araújo, esteve reunido com o superintendente e a gerente de desenvolvimento empresarial do Instituto Euvaldo Lodi – Goiás (IEL Goiás), Humberto Oliveira e Sandra Marcia Silva, para articular novas parcerias para desenvolvimento de projetos que visam dar maior credibilidade à associação. Durante o encontro, os anfitriões destacaram os 52 anos do IEL Goiás, instituição mais nova do Sistema Indústria. “o Instituto vem adquirindo experiência em inovar”, diz Humberto, apontando que promovem ações contínuas na busca por talentos inovadores, citando programas e produtos. Segundo ele, a área de Desenvolvimento Empresarial do Instituto oferece inúmeros produtos e serviços, como consultorias em Gestão Empresarial, Estudos e Pesquisas (quantitativas e qualitativas), além de cursos de pós-graduação e capacitação abertos e in company – foram mais de 50 turmas em 2021, com cerca de 1 mil alunos. Sandra apresentou o Observatório FIEG Iris Rezende – que fará seu primeiro ano no dia 18 de maio. “Trata-se de uma ferramenta on-line,…[+]
Preço global dos alimentos dispara e papel higiênico segue o mesmo caminho
Números variam nos principais mercados internacionais ainda mais agora com a Guerra na Ucrânia O Índice de Preços de Alimentos medido pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) teve uma média de 158,5 pontos em abril de 2022, uma queda de 1,2 ponto (0,8%) em relação ao recorde alcançado em março, embora ainda 36,4 pontos (29,8%) acima do patamar de abril do ano passado. A queda se deu pelo recuo nos preços do óleo vegetal, juntamente com uma ligeira queda no subíndice de preços de cereais. Enquanto isso, os subíndices de preços de açúcar, carnes e lácteos mantiveram altas moderadas. O subíndice para cereais teve uma média de 169,5 pontos em abril, uma queda de 0,7 ponto (0,4%) em relação ao recorde alcançado em março (desde 1990). Segundo a FAO, a entrada da safra argentina de milho e a proximidade da safra de inverno no Brasil ajudaram na retração. No caso dos óleos vegetais, o indicador ficou em 237,5 pontos em abril, com queda de pontos (5,7%)…[+]
Smart Market revela os números do e-commerce de alimentos e bebidas
Estudo da NielsenIQ mostra que o segmento deve permanecer aquecido O e -commerce brasileiro cresceu 27% em 2021, totalizando R$ 182,7 bilhões em vendas com 12,9 milhões de novos consumidores. Os dados são do Ranking ABRAS / NielsenIQ divulgados recentemente no Smart Market na FeComércio. Os pedidos da cesta de alimentos e bebidas mais que dobraram de volume, tiveram crescimento de 107% e já representam 7% dos pedidos totais das vendas pela internet, via site ou apps. Os números refletem que ainda há muito espaço para milhões de novos clientes das redes de supermercados e varejo de alimentos em todo o país. São clientes de diversas faixas etárias e classes sociais que desejam fazer compras via internet, app ou WhatsApp. Vale destacar que as regiões Norte e Nordeste apresentaram crescimento acima de São Paulo, 31% e 23% respectivamente, mais familiarizado com o negócio. Fonte: SuperHiper [+]
Smart Market analisa os novos hábitos de consumo frente ao atual cenário econômico
NielsenIQ revela que o trade down é a operação repetida com maior frequência nas lojas Durante apresentação de pesquisa no Smart Market da Abras, o diretor de Varejo Vertical da NielsenIQ, Roberto Butragueño Revenga, chamou atenção dos supermercadistas: o consumidor adequa suas escolhas, adotando novos hábitos. A inflação elevada deixa o cliente preocupado e por consequência, muda sua rotina e adota novas esvolhas. Estudos da NielsenIQ provam que houve uma redução no consumo fora do lar e o corte aos serviços supérfluos. Para fazer valer seu poder de compra, diversifica canais (incluindo on-line), buscando custo-benefício. Reduz as idas ao ponto de venda, efetuando a antiga compra do mês. “Nas lojas, o consumidor revê o tamanho das embalagens, de olho nas opções que cabem no bolso. Com mais frequência, o cliente realiza o trade down, a troca por marcas mais baratas. Diante de todo esse cenário, reduz o volume de produtos e raciona a compra” conclui Revenga. Fonte: SuperHiper [+]
Atacarejo: bem perto de responder por metade das vendas no país, anuncia Smart Market
Frente ao crescimento no formato, novos negócios têm ocorrido como a recente compra do Giga pelo Cencosud Nunca o atacarejo esteve tão em voga, avalia o diretor de Varejo da NielsenIQ Brasil, Roberto Butragueño Revenga. Para ele, o cash & carry continua sendo um grande destaque na vida da Família brasileira. Atualmente, computadas todas as vendas do varejo moderno alimentar, o C&C detém 44% de participação em valor nos negócios. Ou seja, bem perto de responder por metade das vendas de alimentos no país. Em média, historicamente 34% dos lares do C&C são de Classes AB. Empresários perceberam essa mudança no rumo do brasileiro, não por opção, mas por necessidade, e correram abrir mais lojas. Segmento cresceu 26% em mãos de 70 varejistas em todo o país. Para Revenga, a competitividade em preços na disputa por milhões de clientes torna o cenário ainda mais desafiador para o canal. Fonte: SuperHiper [+]