02 set

Investir em tecnologia é lucrar à médio prazo

Varejo é um dos segmentos da economia que trabalha melhor esses recursos que aproximam clientes das marcas Uma pesquisa realizada pela Cortex, empresa líder em Inteligência de Vendas B2B na América Latina, revelou que os setores de Varejo e Serviços são os que mais investem em tecnologia para auxiliar o crescimento do negócio. Em seguida estão Financeiro, Indústria e Logística. No setor de varejo, líder em adoção tecnológica, o comércio de vestuário e acessórios, produtos alimentícios e produtos farmacêuticos são os que mais se destacam. O estudo analisou 1,1 milhões de empresas, entre matrizes e filiais. Dessas, 24,9% foram identificadas com alto nível de tecnologia, 65% com médio e 25% com baixo nível de tecnologia. Ao todo, foram monitoradas 9.585 ferramentas tecnológicas. Entre as categorias analisadas, estão Cloud Providers, Business Email Hosting, CRM, Marketing Automation, AI Services, Blog, E-commerce, Security entre outros. Patricia Romancini, Diretora de Ofertas da Cortex, explica que o varejo é um dos setores que mais dependem da tecnologia para sobreviver. “Para acompanhar as mudanças do mercado é preciso…[+]
02 set

Vai um peixinho aí?

Considerada a “segunda quaresma” pelo varejo, ação apoiada pela Agos busca ampliar o consumo de peixe e movimentar economia Estimular o consumo de produtos da pesca, atividade que envolve milhares de pessoas em todo o Brasil, é o foco principal da Semana do Pescado que chega à 19ª edição. Inicia no dia 1º de setembro e segue até o dia 15. Originalmente criada pelo extinto Ministério da Pesca, como campanha de incentivo às vendas, está sendo organizada atualmente pelo próprio setor produtivo, com apoio de diversas instituições, inclusive a Associação Goiana de Supermercados (Agos) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Se aumentamos a demanda, estimulamos a produção, geramos empregos, renda e riqueza para o Brasil, desenvolvendo o grande potencial produtivo que temos nas áreas da aquicultura e da pesca”, afirma o presidente da Agos, Gilberto Soares. E, segundo ele, o peixe de cultivo, que é a maior parte do produto comercializado nos supermercados, seguido pelos peixes de água doce – oriundos da bacia do Rio Amazonas, vendidos nos respectivos cortes como postas e…[+]
01 set

Procon aponta queda de 8,71% no preço da cesta básica em agosto, em Goiânia

Foram avaliados 30 itens de 10 estabelecimentos e o valor da cesta passou de R$ 642,35 para R$ 586,38. Produtos chegaram a apresentar variação de 710% de um supermercado para o outro Depois de visitar dez supermercados em Goiânia, o Procon apontou queda de 8,71% no valor dos alimentos que compõem a cesta básica, ao comparar com o mês de julho deste ano. De acordo com um levantamento realizado pelo órgão, de julho para agosto, o valor integral da cesta passou de R$ 642,35 para R$ 586,38; cerca de R$ 55,97 a menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de agosto. O valor da cesta básica registrado em agosto foi ainda menor que o levantado no mês de junho, em que a cesta básica foi avaliada em R$ 591,27. O Procon ainda divulgou que, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), até o mês de julho, Goiânia era a capital com menor preço da cesta básica do Brasil. Os dados de agosto ainda não foram disponibilizados…[+]
01 set

Semana do Pescado começa hoje com expectativa de recorde de vendas

Preços atraentes marcam a “Segunda Quaresma” em todas as regiões do Brasil Para fomentar a cadeia da produção de peixes cultivados no país, começa hoje a 19ª edição, “Semana do Pescado”, que se estende até 15 de setembro, em todas as regiões do Brasil. O evento considerado pelo varejo “segunda quaresma” visa aumento do consumo de produtos da pesca e da aquicultura; atividades que envolvem milhares de pessoas em todo país. A expectativa é o aquecimento do setor e atrair novos negócios. A ABRAS e suas associadas apoiam e participam do evento que promove o bem-estar e a alimentação saudável na população. O Brasil produziu no ano passado 841.005 toneladas de peixes de cultivo (tilápia, peixes nativos e outras espécies), com receita de cerca de R$ 8 bilhões. Esse resultado representa crescimento de 4,7% sobre a produção de 2020 (802.930 t). Em seis anos, esse mercado acumulou um aumento de 45,4%, segundo levantamento da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR). Criada pelo extinto Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a campanha incentiva consumo de pescado, rico em…[+]
31 ago

Novos consumidores podem mudar mix dos supermercados

Clientes das gerações Z e Millennial estão mais preocupados com o impacto ambiental dos alimentos e adotam mais opções veganas Os consumidores das novas gerações estão mais dispostos a incluir itens vegetarianos, veganos e de criação sustentável em suas opções de consumo, uma vez que estão mais atentos ao impacto ambiental de suas escolhas. Segundo a McKinsey, 27% das emissões de carbono globais derivam da agricultura e alimentação, sendo metade desse número decorrente da criação de gado, frangos e suínos. Assim, para os mais novos é natural que uma economia “carbono zero” passe pelas escolhas feitas nos supermercados. Um estudo realizado no primeiro semestre pela Greenwald Research no mercado americano mostra que 73% dos integrantes da Geração Z e 71% dos Millennials acreditam que suas gerações são as mais preocupadas com o impacto que suas escolhas alimentares têm sobre o meio ambiente. Considerando todas as faixas etárias, 39% dos consumidores afirmaram que a sustentabilidade tem um papel importante nas suas decisões de compra de alimentos e bebidas – em 2019, esse índice era…[+]
31 ago

Inflação traz de volta “efeito batom” para o varejo

Alta dos preços e dificuldades econômicas impulsionam vendas de beleza e cosméticos no mercado americano A alta dos preços em nível recorde no varejo americano tem trazido de volta um comportamento conhecido das empresas brasileiras: o “efeito batom”. Isso acontece quando os consumidores reduzem seus gastos em diversas categorias, mas ampliam as despesas em itens que funcionam como “pequenos agrados” no dia a dia. Como batons, itens de maquiagem e chocolates. Um estudo divulgado pelo NPD Group mostra que esse comportamento dos clientes está em alta no varejo americano. Segundo a empresa, os itens de beleza são a única categoria que teve aumento na quantidade de itens vendidos no primeiro semestre de 2022. E a razão é simples: pode faltar dinheiro para jantar fora, mas é possível comprar pequenos itens que trazem uma satisfação momentânea. Varejistas com forte presença no setor alimentar, como Target e Walmart, têm percebido esse movimento. No Walmart, por exemplo, os consumidores têm se afastado de categorias como vestuário, mas novos displays para itens de beleza têm sido colocados em centenas…[+]
31 ago

Agos participa de diálogo sobre oportunidades de negócios internacionais com a Fecomércio

O vice-presidente da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Sirlei Antônio do Couto, e o assessor de relações institucionais, Francisco Lopes de Araújo, estiveram nesta quarta-feira (31/08), em um almoço de negócios com o presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio-GO) Marcelo Baiocchi. Na ocasião, eles se reuniram com embaixadores da África do Sul, do Haiti, da Nicarágua e do Panamá para um diálogo sobre oportunidades de negócios a serem desenvolvidos entre Goiás e os países representados por seus embaixadores. O encontro, por meio do braço internacional da Fecomércio, Fecomex, reuniu empresários e presidentes de entidades do segmento. Fonte: Assessoria de Imprensa Agos/Comunicare [+]
30 ago

Leite, ovos e papel higiênico lideram o índice de ruptura nas lojas em julho

Supermercados atingem a maior falta de produtos nas gôndolas desde janeiro de 2019 A indisponibilidade do leite UHT nas prateleiras das redes de mercados, supermercados e atacarejos bateu recorde em três anos e meio, atingindo 22,7% em julho, ante 19,4% no mês anterior. É o maior índice de falta do produto nas gôndolas desde janeiro de 2019, de acordo com o indicador divulgado mensalmente pela empresa especializada em soluções em inteligência artificial para as cadeias de suprimentos. A pesquisa realizada pela Horus também identificou que o papel higiênico registrou alta ruptura, com 16,4% em julho, contra 10,4% em junho, o maior salto entre as categorias no período. “Com relação ao papel higiênico, esse aumento decorre da famosa ruptura por mix,” observa o diretor de Customer Success, Robson Munhoz. Nesse caso, o comerciante pondera, no cenário de preços elevados que estamos vivendo, se é realmente necessário adquirir várias marcas de papel higiênico para serem vendidas ao consumidor, e conclui que não. Aliado a esse fator, há os aumentos sucessivos dos preços da celulose, durante…[+]