Pix é o sistema de pagamento preferido dos brasileiros
Mais de 70% dos consumidores já pagam suas compras utilizando o Pix, que deve ser o protagonista nas compras na Black Friday e Natal Prestes a completar dois anos, o Pix caiu no gosto dos brasileiros. De acordo com pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 70% dos brasileiros pagam suas compras utilizando o Pix, que substituiu quase totalmente as transações de transferência bancária. Além da possibilidade de reduzir a desistência de compras, o Pix apresenta menores taxas aos varejistas em comparação a outros meios de pagamento, o que possibilita a construção de ofertas customizadas para os clientes e novas oportunidades aos pequenos e microempreendedores. Os consumidores observam grandes vantagens nessa forma de pagamento, entre elas a agilidade, melhor experiência de compra, redução de custos e tarifas bancárias e segurança. Para os comerciantes, acrescenta-se á lista a integração do pagamento com os sistemas de PDV, frente de caixa e ERP´s. “Os varejistas podem tanto no online quanto no…[+]
Valor médio da Cesta Básica registra queda em outubro
Percentual foi negativo em 5 das 8 capitais analisadas; leite UHT impulsionou a queda A cesta de consumo de alimentos básicos registrou queda nos preços em 5 das 8 capitais analisadas no mês de outubro, em comparação com setembro. A redução no valor da Cesta Básica variou -4,3% a 0,1% em Belo Horizonte, Salvador, São Paulo, Fortaleza e Brasília. Curitiba e Manaus apresentaram as maiores altas de preço, com 2,9% e 1,1% respectivamente. O Rio de Janeiro continua a apresentar a cesta mais cara do país, a R$ 882,48. A capital carosa é seguida por São Paulo (R$ 867,55) e Fortaleza(R$ 782,16). Belo Horizonte é a capital que registra a cesta mais acessível, a R$ 641,77. Esse números foram alavancados pela variação de preços de legumes – como batata e cebola, que seguem em tendência de alta. Por outro lado, o Leite UHT registou baixa de preço nas 8 capitais pequisadas. Outros produtos que apresentaram altas expressivas em diversas capitais foram ovos, fubá e farinha de milho e manteiga. [+]
Como preparar seu e-commerce para a Black Friday
A gestão é trabalhosa, cheia de minúcias, mas os resultados compensam Que a Black Friday já faz parte do calendário de muitos brasileiros não é novidade. Por isso, a data se tornou muito esperada pelos donos de e-commerce, tanto quanto o Dia das Mães e o Natal. A tendência observada no mercado é que o fim de novembro se torne cada vez mais uma época importante para o faturamento dos lojistas. Confira 8 dicas para todo varejista online preparar seu negócio para a época. Faça um planejamento com antecedência A principal dor dos lojistas que não alcançam sucesso na Black Friday é a falta de planejamento. Estruturação, previsibilidade, conhecimento do seu produto e do seu público são as características obrigatórias para qualquer estratégia. Avalie sempre o estoque Como o volume de vendas na Black Friday é muito grande, é comum que produtos acabem antes do planejado. O resultado disso acaba sendo uma frustração para o cliente e a perda de oportunidades de venda e…[+]
Dia do Supermercado foi notícia na imprensa goiana
A Associação Goiana de Supermercados (Agos) abraçou a ideia da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) sobre a criação da mais nova data do calendário promocional brasileiro, o Dia dos Supermercados. Antes celebrado sempre no dia 12 de novembro, a classe passa a adotar anualmente o segundo sábado do mês de novembro como marco das comemorações oficiais do setor supermercadista. O assunto foi notícia na imprensa goiana, que registrou o momento em que, além de comemorar a data, trouxe benefícios ao consumidor com inúmeras ações promocionais. O calendário, que passa a ser fixo em todo País, visa aquecer o consumo e incrementar a receita das lojas. Mais uma vez, o setor supermercadista expõe sua importância. Afinal, são cerca de 3 milhões de empregos diretos e indiretos gerados, mais de 91 mil lojas espalhadas pelo País e um faturamento de 554 bilhões, só ano de 2020, o que representa 7,5% do PIB brasileiro. Fonte: Assessoria de Imprensa Agos/Comunicare – Naiara Gonçalves [+]
A tributação do ICMS no contexto dos marketplaces
Estima-se um potencial de arrecadação, advinda do ICMS das vendas ocorridas no contexto das plataformas, no montante de R$ 3 bilhões a R$ 5 bilhões, a médio prazo Desde 2019, um movimento de estados vem ganhando força para atribuição de responsabilização tributária pelo potencial risco de sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por parte dos lojistas que comercializam seus produtos através de plataformas digitais. Direcionado ao setor de marketplace, diversos estados já editaram suas respectivas leis (Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe), tendo São Paulo como pioneiro na vanguarda dessa tributação. Neste cenário, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, foi publicada, em 20/04/20, a lei estadual 8.795/20, que altera as disposições da lei 2.657/96, objetivando assegurar o pagamento do ICMS em todas as operações realizadas nas plataformas de marketplace. A Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro planeja publicar, ainda em 2022, dois decretos para regulamentar e aplicar a referida…[+]
Clientes pagam até 20% a mais para ter uma experiência melhor
Pesquisa mostra que 43% dos consumidores estão dispostos a pagar 10% por produtos e serviços melhores; 28% pagariam acima de 20% A experiência oferecida por um produto ou serviço é extremamente valorizada pelos consumidores. Isso é o que revela o estudo da 121 Labs com 1,1 pessoas. O resultado aponta que 43% dos entrevistados estariam dispostos a pagar até 10% a mais e outros 28% pagariam acima de 20%. Por outro lado, 26% dos entrevistados afirmaram que deixariam de consumir uma marca a partir de uma experiência ruim. Outros 47% fariam o mesmo depois de duas experiências ruins. “É fato que melhorar o customer experience é um investimento. Mais de 70% dos consumidores estão dispostos a pagar 10% ou mais por uma experiência melhor em produtos e serviços. Falta de educação, desrespeito, falta de confiança e descuido com a privacidade dos dados do cliente, bem como demora em filas, são fatores decisivos para 62% dos entrevistados deixarem de interagir com uma empresa ou serviço”, diz Renato Mayer, CEO da 121 Labs. O estudo…[+]
