


De forma plural, Assaí amplia significativamente o quadro de colaboradores trans
Companhia fechou parceria com entidades que conectam profissionais LGBTQIA+ ao mercado de trabalho No mês em que é celebrado o Dia da Visibilidade Trans, o Assaí Atacadista celebra o aumento de 188% de pessoas trans em seu quadro de colaboradores e colaboradoras, dado referente ao uso de crachá social entre dezembro de 2020 e dezembro de 2021. Essa marca representa os esforços da Companhia, que é uma das dez maiores empregadoras do segmento privado do país, em fomentar, cada vez mais, a diversidade e o respeito a todos e todas no ambiente de trabalho. Apenas em 2021, o Assaí ampliou suas ações para contribuir para um ambiente cada vez mais plural e que reflita a sociedade e os(as) clientes. Dentre as iniciativas anunciadas no ano passado e que contribuíram para esse marco, destacam-se: o anúncio da parceria com a TransEmpregos, que conecta profissionais ao mercado de trabalho; o Patrocínio a Feira Divers/a, que tem como objetivo conectar jovens profissionais lésbicas, gays, bissexuais, trans, intersexuais, entre outros e outras a empresas e lideranças LGBTQIA+ que almejam times…[+]
Com queda na gasolina e alta nos alimentos, IPCA-15 fica em 0,58% em janeiro
A prévia da inflação desacelerou para 0,58% em janeiro, após a alta de 0,78% no mês anterior. Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 10,20%, abaixo dos 10,42% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2021, a taxa foi de 0,78%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado hoje (26) pelo IBGE. Esse resultado foi influenciado pelo recuo nos transportes (-0,41%), principalmente, com a queda nos preços da gasolina (-1,78%) e das passagens aéreas (-18,21%). Os dois subitens contribuíram com -0,12 p.p. cada no IPCA-15 de janeiro. Além disso, etanol (-3,89%) e o gás veicular (-0,26%) também tiveram variações negativas no período. Com exceção dos transportes, os outros oito grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em janeiro. Em alimentação e bebidas (0,97%), a alimentação no domicílio acelerou para 1,03%. Os maiores impactos vieram da cebola (17,09%), das frutas (7,10%), do café moído (6,50%) e das carnes (1,15%). Por outro lado, houve queda nos preços da batata-inglesa (-9,20%), do arroz (-2,99%) e do leite…[+]
2021 fecha com queda de 6,9% nas vendas e indica futuro conturbado para as grandes redes
O último ano serviu resultados fracos para o varejo alimentar, que fechou no vermelho. A queda geral não foi sentida só no caixa, mas nas mesas dos brasileiros. Segundo a plataforma de varejo Scanntech, as vendas do setor representaram alta de 5,2% no faturamento, não descontada a inflação oficial de 10%, o que, na prática, indica perda de valor. No acumulado dos 12 meses, houve queda de 6,9% em vendas e diminuição de 3% do fluxo de clientes nas lojas. Chama a atenção ainda o fim de ano fraco ante o mesmo período de 2020. As compras nas redes desaceleraram a partir de agosto e acabaram com o carrinho 6,3% menor em dezembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Entrar em 2022 com esse cenário não é nada bom para o já conturbado horizonte do consumo no País. As grandes redes estão na pior situação. Perderam 1 ponto percentual em participação de mercado. A demanda se dividiu timidamente entre comércios de bairro e redes locais, mas acabou migrando mesmo para o atacarejo, cuja fatia cresceu 0,7…[+]
Compras online transformam vendas de perecíveis
Maior parte das compras de FLV acontece por impulso, mas varejo digital diminui esse fator de consumo. E agora? O avanço das vendas online de supermercados deverá continuar a mudar a forma como o varejo lida com alimentos perecíveis. Isso porque embora o digital coloque o lojista frente a frente com o cliente a qualquer momento, a experiência de compra e a jornada de consumo são bem diferentes de uma visita a uma loja. “Tradicionalmente, 80% das vendas de perecíveis acontecem por impulso. O cliente vê que uma fruta está bonita e decide comprar na hora. Mas isso não acontece online”, afirma Bruce Peterson, CEO da consultoria Peterson Insights. “Comprar alimentos sempre foi uma experiência emocional e subjetiva”, complementa. Segundo o consultor, a tendência é que as áreas de FLV dos supermercados tenham menos itens no futuro, tanto no digital quanto no ambiente físico. Por outro lado, novas soluções de embalagens simplificarão a coleta e separação de produtos para delivery no ponto de venda. “Acredito que produtos sazonais se tornarão um negócio boutique, desenvolvido por players especializados. Já…[+]
Faturamento das compras online supera R$ 150 bilhões em 2021, revela ABComm
Entidade constata que a consolidação do e-commerce é uma realidade na vida dos brasileiros e a tendência de crescimento segue aquecida A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) traz as expectativas para o e-commerce em 2022 e apresenta um balanço das vendas on-line em 2021. No ano passado, o mundo continuou a se adaptar à nova realidade que a pandemia estabeleceu para o consumidor. Desse modo, o crescimento do e-commerce chegou à marca de 19%. Já para este ano, a projeção é que o setor mantenha o crescimento gradativo e atinja os 12%. O novo coronavírus transformou o mundo, e com o Brasil não foi diferente. As restrições se mantiveram por algum tempo em 2021, mas o varejo físico viu a retomada gradativa de suas atividades ao passo que a vacinação avança. O cenário trouxe para o e-commerce um faturamento de R$ 150,8 bilhões. Para 2022, espera-se que o setor arrecade R$ 169,5 bilhões. O número de consumidores no comércio eletrônico também deve aumentar de 79,8 milhões (2021) para 83,7 milhões (2022). Já o ticket médio deve crescer de R$ 450 para R$ 460. Para o ano…[+]
Desempenho do varejo deve ser negativo no 1º trimestre
Segundo dados da pesquisa de intenção de compra, as projeções do varejo ampliado indicam queda de 2,22% para o 1º de 2022, em relação ao mesmo período do ano passado O desempenho do varejo nacional deve ser negativo no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Consumo (Ibevar), sobre as vendas no período. Segundo dados da pesquisa de intenção de compra, as projeções do varejo ampliado indicam queda de 2,22% para o primeiro trimestre de 2022, em relação ao mesmo período do ano passado. Já em comparação ao trimestre anterior, observa-se baixa de 0,35%. De acordo com a pesquisa essa queda deve ser sustentada pelas categorias de materiais de construção (-5,05%); móveis e eletrodomésticos (-3,73%); escritório, informática e comunicação (-3,61%); combustíveis e lubrificantes (-2,56%); livros, jornais, revistas e papelaria (-0,88%) e hipermercados e supermercados (-0,58%). Segundo o economista e presidente do IBEVAR, Claudio Felisoni de Angelo, esse resultado é um importante alerta para a…[+]