

Faturamento do varejo despenca quase 16% em março, mostra levantamento
Fonte: G1 Com o impacto do avanço do surto de coronavírus na economia, o faturamento do varejo já acumula queda de 15,8% em março na comparação com o mês passado, segundo um levantamento da Cielo divulgado nesta segunda-feira (30). Os números da empresa de meio de pagamentos foram mensurados por meio do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Os dados apurados vão de 1° a 26 de março e são comparados com o mesmo período de dias de fevereiro. O ICVA utiliza modelos matemáticos e estatísticos para calcular o desempenho do varejo e não leva em conta apenas a base de clientes da Cielo. Na abertura por grandes setores, apenas o de bens não duráveis, que compreende supermercados e farmácia, apresentou alta no período. As vendas cresceram 6,3%. Já o setor de bens duráveis, que engloba vestuário e lojas de departamentos, acumulou queda de 25,9% no mesmo período. O setor de serviços despencou 39,5%. O avanço do coronavírus tem provocado uma série de impactos…[+]
Empresas apostam em novos meios para vender ovos de Páscoa
Fonte: O Hoje A Páscoa está se aproximando e com ela os ovos que fazem a alegria dos brasileiros, mas devido a pandemia do Coronavírus e as medidas de prevenção do Estado para evitar a disseminação da doença, o comércio vem sendo bastante afetado. Para não ficar no prejuízo, lojas de ovos de Páscoa estão apostando em novos meios de venda através de serviços de entrega, por telefone ou pelas redes sociais. A empresária Vanessa Duarte estava com a fabricação de ovos a todo vapor, com uma grande expectativa no crescimento das vendas para este ano. “Nós tínhamos uma expectativa de crescimento com relação ao ano passado que era de 15%. Toda nossa produção já estava sendo feita com base nesses números”. Mas diante da crise a empresaria diz que não consegui imaginar como vai ser as vendas. “Infelizmente, diante desse novo cenário, é impossível prever como serão as vendas. Para aumentarmos a comercialização, estruturamos melhor nossas entregas em três frentes: delivery pelos aplicativos de todos nossos produtos, delivery diretamente pela loja…[+]
Carta aberta aos consumidores
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Acompanhe os impactos do Coronavírus no setor supermercadista
Leia na íntegra a cartilha de recomendações de segurança aos clientes durante as comprar em supermercados no combate ao Coronavírus, recomendação do MP sobre os aumentos abusivos de preços e a Medida Provisória 927 e sobre contratos de trabalho em época de pandemia. Devido a pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19), que afeta vários países no mundo, o segmento supermercadista precisou tomar algumas iniciativas para ajudar barrar o vírus, uma vez que os supermercados são locais de grande fluxo de pessoas . Uma das primeira ações foi orientar para que as pessoas com mais de 60 anos não saíssem de casa. Outra medida, pessoas devem ir ao supermercado apenas em caso de real necessidade, e quando precisar ir, deixe a família em casa, indo apenas uma pessoa. Além disso, os supermercados aumentaram a higienização em todos os locais de uso coletivo dentro das lojas. A Associação Goiana de Supermercados (Agos), orienta todos supermercadistas sigam as orientações da Organização Mundial de Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde e do governo do estado de Goiás. [+]
Produtos básicos ficam mais caros nos supermercados de Goiânia
Produtos básicos ficam mais caros nos supermercados de Goiânia Fonte: O Popular Os consumidores reclamam que os preços de produtos da cesta básica, como arroz, feijão, açúcar e óleo, ficaram mais caros nos supermercados da capital nos últimos dias. Depois de receber várias queixas, o Procon Goiás fez um levantamento de preços na semana passada, está solicitando notas fiscais de compra e venda dos supermercados e promete coibir aumentos abusivos injustificados. O órgão também está fiscalizando os preços de álcool em gel e máscaras. A reportagem do jornal O POPULAR visitou estabelecimentos e constatou a indignação do consumidor. “No início da semana passada, eu encontrei uma marca de feijão por R$ 4 aqui. Agora, já está R$ 6,20”, reclamou a proprietária de um restaurante que fazia compras num atacarejo. Segundo ela, o preço do pacote de 5 quilos de arroz também já havia passado de R$ 11 para R$ 13,50 e o óleo subiu de R$ 3,29 para R$ 3,89. “Além de estar mais difícil vender, agora ficou difícil comprar”. [+]
Seguindo normas de saúde, Ceasa de Goiás terá funcionamento normal para supermercadistas
O presidente da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Gilberto Soares participou nesta segunda-feira (23), de uma reunião com a presidente do Centro de Abastecimento de Goiás (Ceasa), Vanuza Valadares para tratar sobre as medidas de atendimento aos supermercadistas da grande Goiânia, interior de Goiás e compradores de outros estados, devida a pandemia do Novo Coronavírus. Na ocasião estavam presentes também, o Vereador por Goiânia, Denício Trindade e o Presidente União de Atacadistas e Produtores de Hortifrutigranjeiros do Estado de Goiás (Uniap), Wilton César de Souza O Centro de Abastecimento de Goiás (Ceasa), recebe todos os dias cerca de 15 mil pessoas em busca de frutas, verduras e legumes. Com o decreto em vigor do governo de Goiás, ficou firmado desde a última quinta-feira, o fechamento de atividades não essenciais em relação com a pandemia do Covid-19, como, restaurantes, lanchonetes e feiras livres. Em decorrência de todos esses fechamentos, houve a diminuição de movimento no Ceasa. Por esse motivo, foi cogitado o atendimento dos supermercados de Goiânia, no Ceasa, apenas na parte da tarde e no período…[+]