


Prefeitura de Goiânia decreta fechamento alternado do comércio não essencial
Inicialmente, atividades devem ficar suspensas por 14 dias. Depois, podem abrir por igual período. Veja os serviços que estão liberados. Fonte: G1 Goiás A prefeitura de Goiânia publicou um decreto nesta terça-feira (30) seguindo o governo estadual e determinando o funcionamento alternado do comércio que não é considerado essencial. As regras já estão em vigor. Por isto, os serviços listados já devem fechar as portas por 14 dias. Já em 14 de julho, os estabelecimentos podem reabrir por igual período. Segundo a assessoria da prefeitura, o decreto começou a contar a partir desta terça-feira para que a data coincida com o período determinado pelo governo estadual. Entretanto, como o documento só foi publicado após as 18h, o comércio ficou aberto ao longo do dia. Inclusive, as lojas da Região da 44 reabriram nesta manhã, após mais de três meses fechadas. O decreto municipal especifica que as atividades que seguirão o esquema de revezamento são as mesmas definidas pelo estado. Entre elas estão atividades religiosas, restaurantes, salões de beleza, indústrias e escritórios…[+]Vendas no e-commerce de supermercado aumentam em população acima de 60 anos
Fonte: A crítica Um dos motivos que explica o aumento foi a adoção da entrega prioritária a esse grupo de consumidores A pandemia de covid-19 provocou a adaptação de hábitos de consumo para uma nova realidade. E um dos principais reflexos observados no segmento do varejo alimentar foi a rápida expansão da demanda por serviços de supermercado online e a acentuada penetração de novos públicos – especialmente clientes acima dos 60 anos, que precisaram ficar em casa atendendo às recomendações de isolamento social e tiveram de adquirir novos comportamentos de compra. No e-commerce alimentar do Extra (www.clubeextra.com.br), a quantidade de consumidores dentro dessa faixa etária quintuplicou em menos de três meses, enquanto a demanda geral por compras online aumentou 82% dentro desse mesmo período quando comparado com o ano passado. Muitos desses consumidores tiveram sua primeira experiência de compra online exatamente com os supermercados pelo fato de venderem itens essenciais, como alimentos e itens de higiene e limpeza. Um dos motivos que explica o aumento da participação de clientes com mais…[+]
Futuro do consumo: 62,7% devem fazer compras de supermercado online e offline
Fonte: Mercado e Consumo A Social Miner vem realizando estudos periódicos para analisar o comportamento do consumidor em meio à pandemia. A pesquisa “O futuro do consumo num cenário pós-covid-19”, realizada em parceria com a Opinion Box, aponta que 62,7% dos entrevistados vão fazer compras de mercado/feira tanto online quanto em lojas físicas, e 10,9% estão decididos a consumir só online. Se até mesmo as tradicionais idas ao supermercado ou à feira ganharam outra cara, imagina o comportamento de consumo como um todo? Na verdade, não precisa imaginar, porque os dados mostram que, em relação a cursos e estudos, por exemplo, quando o isolamento acabar 45,4% pretendem fazer exclusivamente online, e 46,6% devem mesclar seus estudos tanto no online quanto no offline. Sobre compras de eletrodomésticos, 32,7% optam em fazer pela internet, mesmo modelo que 32,6% devem seguir ao adquirir eletrônicos e informática. Quanto a refeições prontas, 19,6% vão optar por pedir online ao invés de ir a um restaurante, e 68,4% devem pedir online e offline. Nota-se que comprar online se tornou…[+]
Indústria de alimentos contratou 8 mil pessoas durante pandemia
Considerado atividade essencial, setor cresceu 10% em exportações Fonte: Jornal Opinião Goiás As contratações no primeiro quadrimestre cresceram 0,5% na indústria de alimentos em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o setor foi responsável pela criação de oito mil empregos de janeiro a abril deste ano. Por ser atividade essencial, a indústria de alimentos continuou a produzir durante a quarentena provocada pela pandemia da covid-19. Para manter o funcionamento, as empresas implementaram medidas de segurança e prevenção nas fábricas e o isolamento social de profissionais do grupo de risco, resultando na criação de novas vagas. “No início do ano, antes da pandemia, as perspectivas da indústria de alimentos e bebidas acompanhavam a dinâmica da economia brasileira, que era de alta de 2,2% do PIB, de acordo com o Banco Central. Com o impacto do novo coronavírus o cenário mudou. O setor teve que, de forma imediata, implementar medidas de segurança e prevenção nas fábricas. Não é possível,…[+]
Indústrias ganham maior prazo para usarem crédito especial de ICMS
Fonte: Empreender em Goiás O governador Ronaldo Caiado deve ser sancionar na próxima semana projeto de lei que beneficiará os empresários de Goiás que solicitam crédito ao governo estadual para implantação e ampliação de indústrias, em sua maioria ligada ao agronegócio. O projeto concede mais 12 anos para o contribuinte com crédito especial de investimento para a industrialização fazer o resgate do seu crédito especial de ICMS. Enviada à Assembleia Legislativa, a proposta foi aprovada na sessão de quinta-feira (18/06), estendendo o prazo do benefício – que encerraria em 31 de dezembro de 2020 – para até 31 de dezembro de 2032. A ação é válida para industrias de todos os segmentos. “O crédito especial referido impulsiona a retomada da economia e, por consequência, a geração de empregos e de renda”, afirmou o governador. Proposta pela Secretaria da Economia, a medida está de acordo com a Lei Complementar n° 160, que reinstituiu os benefícios fiscais no Estado, e ao Convênio ICMS n° 190, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). “Trata-se de ferramenta…[+]
BC: economia brasileira deve ter forte queda no primeiro semestre
Fonte: Agência BrasilA economia brasileira deve apresentar queda forte no primeiro semestre deste ano, seguida de recuperação gradual a partir do terceiro trimestre. A previsão é do Banco Central (BC), que divulgou hoje (23), em Brasília, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando o Copom reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual para 2,25% ao ano. Segundo a ata, os membros do Copom (formado pela diretoria do BC) avaliaram que “os dados relativos ao segundo trimestre corroboram a perspectiva de forte contração do PIB (Produto Interno Bruto – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) no período e sugerem que a atividade atingiu o seu menor patamar em abril, havendo recuperação apenas parcial em maio e junho”. “O Copom considera uma queda forte do PIB na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre”, acrescentou. Próximos passos Na…[+]