27 fev

Confiança do comércio cresce em fevereiro e retorna ao patamar de 1 ano atrás

Fonte: Apas A confiança do comércio aumentou entre janeiro e fevereiro, segundo divulgou nesta sexta-feira (21) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 1,7 ponto e passou de 98,1 para 99,8 pontos, retornando ao patamar de fevereiro de 2019 (99,8 pontos). Foi a terceira alta mensal seguida do indicador. “A confiança do comércio inicia 2020 em alta, sob influência dos indicadores de expectativas, que se consolidaram acima do nível neutro de 100 pontos. Essa melhora das expectativas, no entanto, ocorre em sentido contrário ao dos consumidores, que em fevereiro se tornaram bem mais cautelosos em relação ao futuro próximo, lançando dúvidas sobre a possibilidade de sustentação da atual tendência de alta da confiança do comércio“, avalia Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE. Na véspera, a FGV mostrou que a confiança do consumidor registrou em fevereiro o menor patamar desde maio de 2019. Em fevereiro, a confiança dos empresários do comércio subiu em 5 dos 6 segmentos. A…[+]
21 fev

Grupo SSA inaugura segunda área de processamento em Goiás

A São Salvador Alimentos S/A é uma empresa com representatividade mundial. Atualmente a empresa conta com unidade de cria, unidade de produção de ovos férteis, incubatório, armazéns de grão, fábrica de ração, integração, processamento e distribuição. Em Goiás já existe uma área destinada a parte de processamento. No dia 28 de fevereiro será inaugurado uma segunda unidade de processamento na cidade de Nova Veneza, em Goiás. O grupo SSA é dona de duas marcas que atuam fortemente no estado, a Boua e a Super Frango, ambas trabalham para garantir um alimento saudável, seguro e acessível a toda a população, mantendo crescente a credibilidade do produto SSA, visando à participação e à rentabilidade no mercado global, respeitando a vida, o meio ambiente e os direitos do consumidor e da sociedade. Além de se preocupar com a qualidade dos alimentos que chegam a mesa do consumidor, a SSA Priorizar o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental visando à qualidade de vida de todos que se relaciona. Sem medir esforços para criar ações…[+]
20 fev

Vendas das indústrias de alimentos crescem 2,3% em 2019

Fonte: G1 Goiás Na terça-feira (18) foram divulgados números de um importante setor da economia. Eles mostram que a indústria de alimentos em 2019 vendeu mais e faturou mais. A produção que vem do campo é uma das riquezas do Brasil e o processamento de parte dessa colheita também. De tudo que a agropecuária brasileira produz, mais da metade passa por empresas. Em uma delas, a manga é transformada em suco. As vendas da indústria brasileira de alimentos e bebidas cresceram 2,3% em 2019, melhor taxa desde 2013. O faturamento teve alta de quase 7%, chegando perto de R$ 700 bilhões. Entre os itens que mais se destacaram em vendas estão as carnes, grande parte por causa do crescimento na exportação para a China no final de 2019; os derivados de cereais, chá e café; e pratos semiprontos, congelados e desidratados. A praticidade ainda aparece no item “comida fora de casa”, cuja procura subiu quase 7%. “Hoje, não necessariamente fora do lar significa sair de casa para…[+]
14 fev

Vendas dos supermercados crescem 3,62% em 2019

Fonte: Abras O ano de 2019 foi positivo para o setor supermercadista, que registrou crescimento real – deflacionado pelo IPCA/IBGE – de 3,62%, de janeiro a dezembro, de acordo com o Índice Nacional de Vendas ABRAS, apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade nacional. Em relação a novembro, o último mês do ano apresentou alta real de 16,36%, e na comparação com dezembro de 2018, crescimento de 2,30%. Para o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Sanzovo Neto, o resultado é motivo de comemoração. “Ficou acima da nossa projeção inicial, de 3,00%. Quando falamos em vendas, todo número superior ao esperado é sempre bom. O ano de 2019 foi de muita expectativa para os empresários brasileiros, que vislumbraram no novo governo uma “luz no fim do túnel”. E ela veio. Não tão forte como gostaríamos, mas o suficiente para nos impulsionar a acreditar que o Brasil, após iniciar importantes mudanças estruturais, principalmente de incentivo a simplificação e desburocratização do ambiente empresarial, e avanços na agenda das reformas, dará a volta por…[+]
12 fev

IBGE: vendas do comércio desaceleram em Goiás

Fonte: Empreender em Goiás  ano passado não terminou bem para o comércio varejista de Goiás, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE. As vendas no acumulado de 2019 tiveram aumento de apenas 0,5%, em relação ao resultado de 2018. Mas, o dado mais preocupante, é que registraram queda nos últimos meses do ano passado. Em dezembro, comparado com o mesmo mês de 2019, houve recuo de 2,4% em média no varejo goiano. Na média nacional, o comércio apresentou crescimento de vendas de 1,8% em 2019, o terceiro ano consecutivo de taxas positivas, mas com leve retração de 0,1% em dezembro. “A presença de recurso livre adicional devido a liberação dos saques nas contas do FGTS a partir do mês de setembro e a melhoria na concessão de crédito à pessoa física são alguns fatores que podem ter influenciado esse resultado no segundo semestre. O comércio ainda não se recuperou totalmente da crise de 2015 e 2016, mas está em seu momento mais elevado desde outubro de 2014”, explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. [+]
04 fev

Queda de desemprego acelerou no fim do ano puxada pelo emprego formal

Fonte: O Globo O último mês do ano sempre registra resultados completamente diferentes em duas medidas de emprego. O Caged sempre cai em dezembro. É a medida de emprego formal. A desocupação medida pelo IBGE sempre tem em dezembro um número favorável. Essa medida é mais ampla e pega todos o tipo de trabalho, não apenas o emprego formal. Desta vez contudo a diferença ficou ainda maior, porque houve queda de mais de 300 mil vagas no Caged, e o desemprego caiu para 11%, o menor número para o último trimestre desde 2015. E foi justamente o emprego formal que subiu. Mesmo caindo, o desemprego fechou o ano em níveis elevados novamente. Mas a taxa ficou 0,6 ponto menor no último trimestre de 2019 comparado a um ano antes. O dado acompanhou a atividade econômica, que nos últimos meses do ano também avançou mais rapidamente. Na média, calculada pelo IBGE, o desemprego em 2019 ficou em 11,9%, pouco abaixo do 12,3% de 2018. O país, no entanto, ainda tem 11,6 milhões pessoas à procura de um…[+]
29 jan

Supermercados são a porta de entrada para o primeiro emprego

Fonte: Folha da região Considerada a porta de entrada do primeiro emprego, o setor supermercadista será beneficiado pela medida provisória ‘Verde e Amarelo’ anunciada pelo governo na última semana, que reduz a tributação sobre empresas que contratarem jovens de 18 a 29 anos em primeiro emprego. Pesquisa da Apas (Associação Paulista de Supermercado) aponta que o primeiro emprego em carteira assinada nos supermercados é maior que nos outros setores. Em 2019, 55% dos admitidos pelo setor supermercadista estão dentro da faixa etária contemplada pelo programa; 20% deles no primeiro emprego. O teto da remuneração prevista pelo programa é de 1,5 salários mínimos, ou seja, R$1.497. A média dos admitidos em 2019 está em R$ 1.329 para os jovens de 18 até 24 anos e R$ 1508 para os de 25 até 29 anos.“A desoneração proposta pelo governo incentivará a contratação de mais jovens por parte de supermercados, que já estão acostumados com este tipo de público. Como a maioria das empresas do varejo é de pequeno e médio porte, a queda dos custos de contratação…[+]
21 jan

Goiás deve colher 24,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020

Fonte: Empreender em Goiás A safra de grãos 2019/2020, em Goiás, tem produção estimada em 24,6 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados na quarta-feira (8) pela Companha Nacional de Abastecimento (Conab). O destaque do 4º Levantamento de Grãos ficou por conta da soja, cuja produção tem aumento estimado em 5,4% em relação à safra 2018/2019, e expectativa de 12,05 milhões de toneladas. A expectativa de aumento da área cultivada é de 1,7% em relação à safra anterior. Segundo o levantamento, o atraso nas chuvas e as condições climáticas foram favoráveis para o cultivo da soja. A produtividade da oleaginosa também foi favorecida e aumentou em 3,3% em relação à safra anterior, passando para 3.400 quilos por hectare. O atraso das chuvas, no entanto, segundo o estudo, pode afetar o desempenho do milho 2ª safra, cuja produção está estimada em 8,6 milhões de toneladas. O levantamento também aponta crescimento de 5,1% na produção de feijão, com estimativa de 319,9 mil toneladas, e de milho 1ª safra, 2,3 milhões de toneladas – aumento…[+]