
Dados sobre abertura de empresas e geração de empregos ajudam empresários a identificar tendências, novos mercados e mudanças no perfil dos negócios
O setor supermercadista goiano está passando por movimentos importantes em 2026. Levantamentos do Observatório Econômico da AGOS mostram que, ao mesmo tempo em que houve desaceleração na abertura de novas empresas, o segmento apresentou melhora na geração líquida de empregos formais.
No primeiro semestre, foram abertas 2.008 empresas ligadas ao setor em Goiás, redução de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025. Já entre janeiro e maio, o mercado de trabalho registrou saldo positivo de 668 empregos formais, contra 242 no mesmo intervalo do ano passado.
Os estudos também revelam uma mudança significativa no perfil dos novos negócios. Os MEIs passaram a representar 61,8% das aberturas, enquanto minimercados, mercearias e armazéns concentraram 63,3% dos novos registros. No mapa estadual, Goiânia mantém a liderança, mas municípios como Águas Lindas de Goiás, Novo Gama e Santo Antônio do Descoberto chamam a atenção pelo avanço.
Para o supermercadista, acompanhar esses movimentos significa ter mais informação para avaliar expansão, concorrência, mão de obra, perfil dos novos empreendimentos e potencial de diferentes mercados. “É justamente essa a proposta do Observatório Econômico da AGOS: transformar dados em inteligência para apoiar decisões empresariais e ampliar o conhecimento sobre o setor”, destaca o superintendente da AGOS, Augusto Almeida.
Na edição 216 da Revista Supermercados, a AGOS apresenta uma análise completa dos levantamentos, com a participação do economista Marco Aurélio Barbosa de Souza, que explica o que esses indicadores revelam sobre o presente e os sinais que deixam para os próximos movimentos do varejo alimentar em Goiás.
Fonte: Assessoria de Comunicação Agos/ Comunicare
